CD Nacional absolvido de alegações de racismo

  1. Clube Desportivo Nacional absolvido
  2. Decisão anunciada na quinta-feira
  3. CD da FPF julgou improcedente
  4. Clube pondera agir judicialmente

A contestação nas esferas do futebol português acerca de alegações de racismo não é um tema que se apague facilmente. Após um longo processo que envolveu acusações e uma investigação, o Clube Desportivo Nacional – Futebol SAD foi absolvido de qualquer prática de infração disciplinar no caso que provocou ondas de choque. Como revelaram os alvinegros em comunicado no seu sítio oficial na Internet: “Tal como se esperava, o CD da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu absolver o CD Nacional – Futebol SAD da alegada prática de infração disciplinar que veio a ser acusada.”

A decisão, anunciada na quinta-feira, foi um alívio para o emblema insular, que sempre defendeu a sua inocência. O comunicado do CD da FPF esclareceu que “os membros da secção profissional decidiram julgar improcedente a acusação e absolver a arguida Clube Desportivo Nacional – Futebol SAD (CDN) da prática da infração disciplinar de que vem acusada.” A gravidade da acusação, que envolveu a dignidade e a reputação do clube, não passou despercebida a seus representantes: “O emblema insular pondera agir judicialmente contra as entidades e pessoas que, de forma leviana, atentaram contra o seu bom-nome e a sua reputação,” sublinharam.

CD Nacional-Futebol SAD considerado inocente pela FPF

  1. O CD da FPF decidiu absolver a CD Nacional – Futebol SAD
  2. A Comissão de Inquérito da FPF considerou o CD Nacional-Futebol SAD inocente
  3. O clube madeirense pondera agir judicialmente contra as entidades e pessoas que atentaram contra o seu bom nome
  4. O clube madeirense é uma instituição que preza pela inclusão

“Rei dos Frangos” admite vender participação na SAD do Benfica

  1. José António dos Santos detém 16,38% do capital da SAD do Benfica.
  2. “É possível que venda, sim. Depende do preço e do que esse fundo possa aportar ao SL Benfica”, disse José António dos Santos.
  3. Não houve conversas concretas sobre a venda da participação.
  4. José António dos Santos "exigiu" que não haja conflitos de interesses na venda.