Desde a saída de Guilherme Schettine no início de janeiro, o ataque do Moreirense tem enfrentado dificuldades. O avançado brasileiro, que marcou nove dos 27 golos da equipa em 15 jogos, deixou uma lacuna significativa. O sentimento de saudade
é evidente em Moreira de Cónegos, com a equipa a sentir a falta do seu principal goleador. Schettine despediu-se do clube com um golo frente ao Aves SAD, a 3 de janeiro, e desde então, nenhum outro ponta de lança conseguiu balançar as redes.
Luís Hemir foi a primeira aposta do técnico Vasco Botelho da Costa para suprir a ausência de Schettine nos quatro jogos seguintes, mas sem sucesso na finalização. Mais recentemente, Yan Maranhão alinhou frente ao Gil Vicente, mas também não conseguiu marcar, evidenciando a dificuldade em encontrar um substituto à altura. Ambos os jogadores terão nova oportunidade para fazer esquecer Schettine
na próxima partida contra o Rio Ave, em Vila do Conde, onde o Moreirense tentará superar esta fase de menor fulgor ofensivo. Luís Hemir e Yan Maranhão contam com apenas um golo cada um na presente época, respetivamente em 12 e 14 jogos.
Apesar da fase menos positiva no ataque, o Moreirense de Vasco Botelho da Costa ocupa o 8.º lugar na classificação, com 30 pontos, mostrando solidez noutros setores. A equipa minhota procura agora a fórmula para voltar a ter a eficácia de golos de outros tempos, algo que Schettine garantia e que agora é preciso que outros avançados assumam.