O treinador Rui Borges partilhou os mais recentes desenvolvimentos sobre a situação dos jogadores lesionados da sua equipa. Com a recente baixa do defesa Ricardo Mangas, que ficará afastado por quatro semanas, o técnico destacou a situação complicada que se apresenta para o jogo da meia-final da Taça da Liga contra o V. Guimarães. Borges afirmou: “O Zeno não está, não esteve no treino, está no processo final da sua recuperação. Felizmente, acredito que nos próximos dias começará a treinar de forma normal com a equipa e com o grupo, mas para este jogo não estará.”
A ausência de Mangas junta-se a um elenco já debilitado, com Diomande e Gonçalo Inácio também indisponíveis. Rui Borges comentou sobre as dificuldades que enfrenta, afirmando: “Não sei dizer ao certo aquilo que será o tempo de paragem, mas acredito que seja, vou atirar para o ar, talvez entre três a quatro semanas desde a lesão. Deve ser por aí, agora não adianta pensar muito nisso.”
Desafios na Defesa
Com as opções limitadas, o treinador terá que encontrar soluções alternativas, principalmente no setor defensivo, onde apenas restam Eduardo Quaresma e Matheus Reis como opções experientes para o jogo. No entanto, Borges parece confiante, afirmando que “Naquilo que são as nossas opções, arranjaremos sempre uma solução. Há outras soluções, há os miúdos da equipa B que têm feito um belíssimo campeonato também na II Liga e estão preparados para dar resposta, se assim forem chamados pelo treinador.”
As dificuldades não param por aqui. A pressão sobre a equipa técnica aumenta com as contínuas lesões, forçando Borges a ser criativo nas suas escolhas para manter a competitividade da equipa em campo. A confiança na juventude da formação é uma das apostas do técnico, que vê potencial nos jovens talentos.
Solidariedade e Pressão no Futebol
Além das lesões, Rui Borges não deixou de abordar outro assunto pertinente: o despedimento de Ruben Amorim. Ele expressou solidariedade, destacando que: “Estou solidário com o Ruben, como estaria com outro treinador. Por mais que queiramos falar ou dar opinião, estou solidário. É um grande treinador e, com toda a certeza, vai trabalhar em grandes projetos e grandes clubes, para continuar o seu grande trabalho.”
A situação do Sporting é, assim, uma combinação de desafios na formação da equipa, juntamente com a pressão constante que os treinadores enfrentam no mundo do futebol. Rui Borges parece determinado a superar estes obstáculos e manter a equipa competitiva em todas as frentes.