Caos e tumulto na AG do FC Porto: Agressões e abandono do pavilhão durante a reunião

  1. A AG do FC Porto foi marcada por cenas de violência e tumulto, com agressões e arremesso de garrafas nas bancadas do Dragão Arena.
  2. Várias pessoas abandonaram o pavilhão por não se sentirem seguras.
  3. Fernando Madureira, líder da claque SuperDragões, esteve envolvido nas altercações.
  4. A direção do FC Porto, incluindo o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, está presente na AG.
  5. Alguns membros do clube já criticaram a falta de organização da AG e as alterações propostas aos estatutos.

A Assembleia Geral Extraordinária (AG) do FC Porto, que tinha como objetivo discutir e votar os novos estatutos do clube, ficou marcada por cenas de violência e tumulto, levando a que várias pessoas abandonassem o Dragão Arena, onde a reunião decorreu. Inicialmente marcada para o auditório do estádio, a AG teve que ser adiada em uma hora e meia e transferida para o Dragão Arena devido à grande afluência de mais de quatro mil sócios do clube.

Durante a sessão, que só começou por volta das 23h40, mesmo com vários sócios ainda a fazerem o registo para entrar, ocorreram altercações nas bancadas, com relatos de agressões e arremesso de garrafas. Fernando Madureira, líder da claque SuperDragões, esteve envolvido na confusão, conforme vídeos que circulam nas redes sociais.

Um adepto presente na AG declarou aos jornalistas: 'Tivemos de abandonar o pavilhão por não batermos palmas ao Pinto da Costa, está tudo à porrada'. Apesar do pedido de intervenção policial, as forças de autoridade não podem entrar no recinto por se tratar de uma reunião privada, devendo a presença ser autorizada pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Apesar do caos inicial, os ânimos acalmaram-se e a AG foi retomada com normalidade. A direção do FC Porto, incluindo o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, está presente na reunião que tem como objetivo discutir mudanças nos estatutos do clube, incluindo a adoção do voto eletrónico e por correspondência, a alteração da filiação sénior mínima para concorrer à presidência e o acesso ao direito de voto após dois anos ininterruptos como sócio.

No entanto, a controvérsia em torno da AG e das alterações propostas já levaram a críticas por parte de alguns membros do clube. Nuno Lobo, ex-candidato nas últimas eleições do clube, afirmou que a situação é lamentável e que não se revê no rumo que o clube está a tomar. André Villas-Boas, ex-treinador do FC Porto e possível candidato às próximas eleições, censurou a falta de organização da AG e pediu que a mesma seja remarcada para um local e hora adequados.

As alterações aos estatutos do FC Porto necessitam de dois terços dos votos favoráveis para serem aprovadas e entrarão em vigor no dia seguinte à publicação da escritura pública. Espera-se que a AG seja concluída e que as mudanças nos estatutos sejam decididas nas próximas horas.

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