O futebol tem sido uma paixão na vida de Rodrigo Mora desde muito tenra idade. Como ele próprio relata, desde muito pequeno
que o futebol faz parte da sua vida, algo incutido pelo seu pai, que “era jogador, incutiu-me desde cedo o que era o futebol”
. Aos 3 ou 4 anos, a avó de Rodrigo deu-lhe “uma bola de futebol e, a partir daí, comecei a jogar dentro de casa”
.
Posteriormente, os pais de Rodrigo “inscreveram-me na escola Dragon Force Custóias e, a partir daí, comecei a jogar”
. A escolha desta escola prendeu-se com a proximidade de casa, pois “era mais fácil e para os meus pais também, de forma a poderem levar-me e buscar-me aos treinos”
.
O apoio da família
Sobre o apoio da família, Rodrigo Mora é claro: “Tudo é graças à minha família. São eles que me têm ajudado em tudo, são eles que têm escolhido o caminho certo para mim. Como ainda não tenho carro, são eles que me levam aos treinos, por exemplo. Eles são tudo o que preciso para ter uma grande carreira e estou-lhes muito grato por isso”
.
Da Dragon Force aos Aliados
Aos 17 anos, Rodrigo Mora já é presença regular na equipa principal do FC Porto. Uma realidade que o jovem assume com naturalidade, apesar de por vezes ainda o considerar um pouco difícil
. Ainda assim, confessa que “já me habituei um pouco”
e que lida “com a fama naturalmente”
.
Nos tempos livres, Rodrigo Mora aproveita para “estar com os meus amigos, algo que é importante. E com a minha família também. Procuro não falar tanto de futebol e aproveito para jogar PlayStation, mas também para descansar”
. O jovem médio revela ainda que tem o sonho “de ser campeão nacional”
e ir aos Aliados
.