Benfica vence Farense em jogo emocionante

  1. Benfica venceu 3-2
  2. Jogo a 2 de abril de 2025
  3. Tomás Ribeiro comentou sobre a experiência
  4. Bruno Lage elogiou a performance do Farense

O jogo entre o Benfica e o Farense, realizado a 2 de abril de 2025, terminou com uma vitória dos encarnados por 3-2. Contudo, o Farense deixou uma forte impressão no relvado. Tomás Ribeiro, central da equipa algarvia, comentou sobre a difícil experiência do jogo, afirmando: “Não tivemos a entrada desejada, sofremos muito com dois erros coletivos. Fomos atrás por duas vezes. Em momentos críticos, o Benfica acabou por fazer golo, mas nunca deixámos de querer e mostrar ao que viémos.” Esta determinação é um reflexo do espírito de luta que a equipa procurou transmitir em campo, mesmo face às adversidades.

Ribeiro acrescentou ainda que: “Sabemos o grupo que temos e vamos lutar muito, dar tudo até ao fim.” A análise de Bruno Lage, treinador do Benfica, também evidenciou as dificuldades que a sua equipa enfrentou na partida. Ele destacou: “Foi a forma como entramos no jogo. Fizemos uma primeira parte muito boa, com dois golos. Foi pena sofrer o golo no final.” O técnico valorizou a performance do Farense, reconhecendo o esforço da equipa adversária.

Dificuldades e Reconhecimento

Por outro lado, Bruno Lage expressou preocupação com o fato de sua equipa ter sofrido um golo no final da primeira parte: “O que importa, principalmente nesta reta final, é a equipa corresponder. Não há jogos fáceis.” A preocupação é justificada, pois a pressão nas últimas jornadas do campeonato está a aumentar, e cada ponto conta na luta pelo título.

O treinador continuou a elogiar a postura dos jogadores do Farense, afirmando que: “Os homens da frente são muito rápidos, a linha defensiva é forte e procuravam as transições.” Esta avaliação reafirma a importância de ter um adversário que apresenta resistência, mesmo quando os resultados não estão a seu favor.

Actuação de Derick Poloni

Bruno Lage também destacou a qualidade ofensiva do Benfica, dizendo: “Quando tivemos que jogar e marcar golos, fizemos três golos com enorme qualidade. Quando tivemos que sofrer juntos, sofremos. Ficam os três pontos e dependemos de nós para conquistar o título, que é o objetivo.” O destaque da partida foi para Derick Poloni, que teve um impacto significativo nas ações ofensivas do Farense, sendo descrito como um “quebra-cabeças para as águias sobre o lado esquerdo.”

O craque brasileiro foi uma das figuras que trouxe esperança à sua equipa, como referiu a análise ao seu desempenho: “A figura do Farense: Derick Poloni (7). Numa equipa em que muito parte do tempo esteve encolhida, o brasileiro encheu o balão da esperança ao estar sempre muito ativo sobre o lado esquerdo.”

Desafios da Defesa

No entanto, apesar dos esforços da equipa, a defesa do Farense também teve os seus momentos complicados. Ricardo Velho, guarda-redes da equipa, teve dificuldades, embora tenha feito defesas importantes: “Ao contrário do que seria de esperar... desta vez Ricardo Velho não foi a estrela maior dos algarvios — encaixou três golos...”

Mesmo assim, a entrega e a luta da equipa foram elogiadas, com Tomás Ribeiro a reafirmar que: “O mais importante é que demonstrámos que não viémos aqui para levar pancada, mas para lutar por objetivos. Queríamos os três pontos, mas saímos com zero, infelizmente.”

Reflexão sobre a Derrota

Por fim, a derrota por um golo refletiu a luta e a resistência do Farense, que continua a mostrar que, mesmo em situações desafiadoras, a luta por pontos é inabalável. Tomás Ribeiro e a sua equipa irão levar essa mentalidade até ao fim da competição, mantendo a esperança viva entre os seus adeptos.

O que resta agora é continuar a trabalhar e preparar-se para os próximos desafios, com a certeza de que a garra demonstrada neste jogo irá perdurar ao longo da temporada.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.