Emiliano Vechhio e o desejo de ver Di María de volta ao Rosario Central

  1. Di María é um ícone do Rosario Central
  2. Vechhio diz que Di María é uma lenda
  3. Di María fez 39 jogos e 6 golos
  4. Contratos de Di María com Benfica a acabar

Emiliano Vechhio, ex-jogador do Rosario Central, expressou recentemente a sua esperança de que Ángel Di María, um ícone do clube, retorne à sua terra natal. Em uma entrevista à TNT Sports, Vechhio não hesitou em afirmar: “O melhor jogador argentino de sempre é Lionel Messi, mas o mais decisivo é Di María. São duas coisas diferentes. O Ángel fez golos em finais, é uma lenda.”

A admiração de Vechhio pelo seu antigo companheiro de equipa é evidente, e ele deixa claro o impacto que Di María teve na história do futebol argentino. Ele enfatiza que o desejo do clube é ver Di María de volta: “Gostávamos de vê-lo aqui. O Rosario está a preparar-se para receber o Angelito, mas a decisão é dele, ele pode decidir o que quiser, ganhou esse direito.” Essas declarações refletem a ligação emocional que existe entre jogadores, clubes e adeptos.

Trajetória de Di María no Rosario Central

Di María, que atualmente joga pelo Benfica, já teve uma trajetória rica no Rosario Central, onde começou a sua formação e subiu para a equipa profissional em 2006. O argentino fez 39 jogos e marcou seis golos antes de se transferir para Portugal. Com uma carreira brilhante e um currículo impressionante de 15 golos e 25 assistências em 125 jogos pelo Benfica na sua primeira passagem, Di María deixou uma marca indelével nas águias.

Na sua segunda passagem, iniciada em 2023, ele já contribuiu significativamente com 15 golos e sete assistências em 33 partidas. A possibilidade de um regresso a casa tem gerado grande expectativa entre os adeptos do Rosario Central, que anseiam por uma nova era de glórias.

Comparações com Messi e o amor pelo Central

Vechhio também falou sobre a inevitável comparação com Messi, reconhecendo que, enquanto Messi pode ser considerado o melhor, Di María possui uma habilidade única de ser decisivo nos momentos cruciais. “Em relação a Messi não posso dizer nada, pois não conheço a situação, mas sei que o Ángel ama o Central, o Central deu-lhe tudo. Joguei toda a formação com ele, somos ambos de 1988,” finalizou Vechhio.

Com o contrato de Di María com o Benfica a chegar ao fim, os adeptos do Rosario Central aguardam ansiosamente por uma decisão que poderia mudar o rumo do clube e trazer de volta um dos seus maiores símbolos.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.