Rodrigo Mora: o jovem talento do FC Porto

  1. Futebol desde muito cedo
  2. Escola Dragon Force Custóias
  3. Apoio da família crucial
  4. Presença regular na equipa principal do FC Porto aos 17 anos
  5. Sonho de ser campeão nacional e ir aos Aliados

O futebol tem sido uma paixão na vida de Rodrigo Mora desde muito tenra idade. Como ele próprio relata, desde muito pequeno que o futebol faz parte da sua vida, algo incutido pelo seu pai, que “era jogador, incutiu-me desde cedo o que era o futebol”. Aos 3 ou 4 anos, a avó de Rodrigo deu-lhe “uma bola de futebol e, a partir daí, comecei a jogar dentro de casa”.

Posteriormente, os pais de Rodrigo “inscreveram-me na escola Dragon Force Custóias e, a partir daí, comecei a jogar”. A escolha desta escola prendeu-se com a proximidade de casa, pois “era mais fácil e para os meus pais também, de forma a poderem levar-me e buscar-me aos treinos”.

O apoio da família

Sobre o apoio da família, Rodrigo Mora é claro: “Tudo é graças à minha família. São eles que me têm ajudado em tudo, são eles que têm escolhido o caminho certo para mim. Como ainda não tenho carro, são eles que me levam aos treinos, por exemplo. Eles são tudo o que preciso para ter uma grande carreira e estou-lhes muito grato por isso”.

Da Dragon Force aos Aliados

Aos 17 anos, Rodrigo Mora já é presença regular na equipa principal do FC Porto. Uma realidade que o jovem assume com naturalidade, apesar de por vezes ainda o considerar um pouco difícil. Ainda assim, confessa que “já me habituei um pouco” e que lida “com a fama naturalmente”.

Nos tempos livres, Rodrigo Mora aproveita para “estar com os meus amigos, algo que é importante. E com a minha família também. Procuro não falar tanto de futebol e aproveito para jogar PlayStation, mas também para descansar”. O jovem médio revela ainda que tem o sonho “de ser campeão nacional” e ir aos Aliados.

Boavista FC convoca Assembleia Geral para discutir regulamento e contas

  1. Assembleia Geral Ordinária: 11 de abril, 19h00, Estádio do Bessa (bancada poente)
  2. Discussão e votação do regulamento interno da Assembleia Geral (2025-2027)
  3. Apresentação e votação do relatório de gestão e contas do conselho fiscal (2022, 2023 e 2024)
  4. Sócios podem submeter sugestões ao regulamento interno até 5 de abril

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.