Miguel Almeida, presidente executivo da NOS, abordou o recente acordo de direitos televisivos com o Benfica, no valor de 104,6 milhões de euros. Segundo Almeida, o contrato é uma evolução de um acerto anterior, desmistificando o frenesim em torno do montante.
“Aquilo que fizemos, na prática, independentemente dos embrulhos que se queiram dar, foi uma extensão desse acordo por mais dois anos, até 2028, que é a altura em que se prevê, ou está prevista, a famosa centralização”, afirmou o gestor. Esta declaração suaviza o impacto do valor anunciado, colocando-o em perspetiva como uma continuidade contratual e não como um novo e avultado investimento isolado.
Almeida complementou que não houve uma revolução nos termos: “É uma manutenção do status quo”. O gestor da NOS sublinhou a natureza da negociação: “É uma extensão de um contrato existente, com um incremento de custos inferior à inflação”. Concluiu dizendo que: “Não há nenhum racional novo. Temos de recuar até 2015 para perceber o racional.”