Mustafá, líder da Juventude Leonina, entrega-se para cumprir pena de prisão

  1. Nuno Mendes, líder da Juventude Leonina, entregou-se no Estabelecimento Prisional de Sintra para cumprir uma pena de seis anos e quatro meses
  2. A condenação está relacionada com o envolvimento em assaltos a residências
  3. Paulo Pereira Cristóvão, antigo inspetor da Polícia Judiciária, também se encontra a cumprir pena
  4. Foram condenados 14 arguidos, incluindo três agentes da PSP, com penas efetivas entre 4 anos e meio e 17 anos de prisão

Após ter perdido todos os recursos nos tribunais superiores, Nuno Mendes decidiu entregar-se e cumprir a sua pena. A informação foi confirmada por fonte judicial, que revelou que o líder da claque do Sporting se apresentou na cadeia de Sintra na companhia do seu advogado, Rocha Quintal.

No mesmo processo, também foi condenado o antigo inspetor da Polícia Judiciária, Paulo Pereira Cristóvão, que já se encontrava a cumprir a sua pena na cadeia de Évora desde o início deste mês.

O julgamento contou com a participação de 14 arguidos, incluindo três agentes da PSP, tendo resultado em condenações com penas efetivas entre 4 anos e meio e 17 anos de prisão.

Mustafá e Pereira Cristóvão foram condenados pelo envolvimento e preparação de assaltos a residências, ocorridos em 2014, nos quais os assaltantes acabaram por não levar dinheiro.

Os factos dados como provados pelo Tribunal de Cascais incluem a retirada de 145.000 euros de um cofre numa das residências, apesar dos arguidos terem afirmado em tribunal terem levado apenas 80.000 euros.

Com a entrega de Nuno Mendes, conhecido como Mustafá, as autoridades encerram mais um capítulo deste processo que abalou a claque Juventude Leonina e o universo do futebol em Portugal.

Bruno Lage e Vítor Bruno anteviram o clássico Benfica-FC Porto

  1. Bruno Lage deixou um aviso aos rivais: «Clássico? Amanhã temos de reagir à Benfica perante os nossos adeptos»
  2. Vítor Bruno disse que a derrota do FC Porto frente à Lazio «foi porque a equipa queria muito vencer o jogo»
  3. Vítor Bruno reconheceu que o menor tempo de recuperação face ao rival é «sempre um constrangimento»
  4. Vítor Bruno afirmou que «a margem de erro para um clube como o FC Porto é sempre zero, é sempre ganhar ou ganhar»