Farioli destaca importância de todo o plantel na reta final da temporada

  1. Farioli destacou a importância de todos os jogadores.
  2. Deniz Gül não vive boa fase, mas contribui para a equipa.
  3. Martim Fernandes regressa aos treinos sem condicionamentos.
  4. Zaidu continua a recuperar, mas está integrado na equipa.

O treinador Francesco Farioli abordou em conferência de imprensa a situação do plantel, com o regresso de Martim Fernandes e a gestão do tempo de jogo dos atletas, especialmente na reta final da temporada. O técnico destacou a importância de todos os jogadores, mesmo aqueles que não iniciam as partidas, na estratégia da equipa.

Farioli começou por focar-se no desempenho individual de alguns jogadores e na forma como são avaliados. “Os números são claros, não podemos negá-los”, afirmou Farioli, referindo-se a Deniz Gül. “Talvez não esteja a passar a sua fase mais feliz, mas as exibições no Estoril, em Nottingham ou no último jogo foram boas. Uma parte da avaliação de um avançado está na contribuição para golos. Aí, os números não são os melhores, mas eles continuam a contribuir para a equipa. O Deniz assistiu para o golo do Gabri (Veiga) frente ao Tondela e no último jogo, com o Sporting, o Terem (Moffi) entrou muito bem e quase marcou, mas o guarda-redes fez uma grande defesa.” Estas declarações sublinham a sua visão de que a contribuição de um jogador vai além das estatísticas de golos, valorizando o trabalho de equipa e a criação de oportunidades.

Relativamente às novidades no lote de atletas disponíveis, o técnico português esclareceu: “O Martim está a regressar. Na última semana estava melhor, mas só fez um treino com a equipa. Hoje, esperamos que trabalhe sem condicionalismos. Vai ser uma opção importante para o jogo de amanhã e para os que restam disputar.” Sobre Zaidu, Farioli adiantou que “O Zaidu continua a cumprir, parcialmente, o programa de recuperação. Provavelmente, hoje trabalhará integrado na equipa, mas ainda condicionado.”

O treinador fez questão de sublinhar a forma como o grupo tem lidado com o ritmo intenso de jogos. “'Estivemos muito conectados ao ritmo de recuperar em dois dias e jogar o jogo seguinte, com toda a equipa envolvida. Tivemos 18 ou 19 jogadores que se podiam sentir titulares. Agora, vamos jogar uma vez por semana. Temos mais tempo para treinar, mas há desafios. Todos sentem-se tão importantes no grupo que, independentemente das minhas decisões, eles sabem que, em 99,9 por cento dos jogos, onze jogadores vão começar e cinco vão entrar. Vão estar envolvidos 16 jogadores em cada jogo e já provámos, com números, a importância dos jogadores que saem do banco. Este não é um momento em que alguém se possa queixar ou cronometrar se vai jogar mais 10 minutos ou menos 10 minutos”, disse Farioli. “Acredito que temos um grupo com a maturidade suficiente para perceber esta questão e abordar as últimas semanas com o espírito necessário para completar o trabalho.” Estas palavras de Farioli demonstram a confiança na união e maturidade do seu plantel para enfrentar os desafios finais da época, garantindo que o espírito de grupo prevalece acima das individualidades.

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