A arbitragem voltou a ser tema de destaque na Liga portuguesa, com lances polémicos a marcarem os encontros entre SC Braga e Sporting, e o clássico entre Benfica e FC Porto. As análises pós-jogo debruçaram-se sobre a validade dos penáltis assinalados e reclamados, bem como a aplicação de cartões amarelos em momentos cruciais.
No confronto entre SC Braga e Sporting, Pedro Henriques analisou detalhadamente as decisões do árbitro. Logo aos 21 minutos, um remate de Geny que atingiu a anca de Arrey-Mbi foi corretamente considerado sem infração, não havendo motivo para penálti. Já aos 44 minutos, um penálti foi bem assinalado contra Arrey-Mbi, cuja interceção da bola com o braço esquerdo, aberto e afastado do corpo, justificou a decisão. Mais tarde, aos 90+3 minutos, Gonçalo Inácio, do Sporting, viu ser assinalado um penálti por tocar na bola com o braço esquerdo, bem aberto e fora do plano do corpo, numa decisão confirmada pelo VAR. Diversos cartões amarelos foram mostrados ao longo do jogo, incluindo a Morita aos 38 minutos por impedir a progressão de Grillitsch, a Diomande aos 58 minutos por corte de um lance de ataque prometedor, e a Lagerbielke aos 61 minutos por impedir a entrada de Luis Suárez na área bracarense. As decisões de tempo extra também foram questionadas, com Pedro Henriques a sugerir que seis minutos teriam sido mais adequados do que os três concedidos.
No clássico entre Benfica e FC Porto, aos 35 minutos, um lance gerou grande polémica e reclamações por parte do Benfica. Após uma saída de Diogo Costa que socou a bola, Pavlidis caiu na área dos dragões. Apesar dos protestos das águias, João Pinheiro e o VAR mandaram seguir o jogo. A situação resultou em cartões amarelos para Otamendi e Gabri Veiga, e em agitação nos bancos das duas equipas, realçando a intensidade e a controvérsia que rodeiam as decisões arbitrais em jogos de alta importância.