O Benfica venceu o Estoril por 3-1 na última jornada do campeonato, mas essa vitória não foi suficiente para garantir a qualificação para a Liga dos Campeões. Os encarnados
cumpriram parte do milagre
, mas a outra metade não chegou de Alvalade, onde o Sporting garantiu a sua vaga na competição europeia.
A equipa do Benfica, apesar de ter tido a “vitória menos saborosa da temporada”
, apresentou um “desempenho globalmente bem conseguido numa primeira parte demolidora”
. No entanto, a análise do jogo aponta para a importância da diferença de pontos entre os rivais, como referido: "o match point era claro e estava do lado leonino, que recebia o Gil Vicente com mais dois pontos que as águias que, depois de terem empatado com Famalicão e Sp. Braga, estava obrigada a vencer o Estoril no António Coimbra da Mota."
O Estoril, por sua vez, demonstrou um “sistema tático muito variável”
, com “um 5x4x1 em defesa baixa, com Xeka a recuar para central, mas também havia 4x4x2 losango em defesa alta e em momento ofensivo.”
A performance de Xeka, em particular, foi analisada: “Seria difícil ter mais impacto negativo. Defendeu mal no 1-0, repetiu no 2-0 e ainda foi o autor da perda de bola no 3-0. E só não fez o mesmo num eventual 4-0 aos 46’, porque Rafa não conseguiu finalizar.”
Os “três golos, três erros de Xeka – dois posicionais, um técnico”
foram cruciais para o desfecho da partida.