Rui Borges: “Ingrato sofrer golo aos 90+3”

  1. Sporting empata 2-2 com Braga
  2. Golo sofrido aos 90+3 minutos
  3. Rui Borges lamenta resultado
  4. Equipa perdeu intensidade na segunda parte

Rui Borges, treinador do Sporting, expressou a sua frustração após o empate (2-2) frente ao Sporting de Braga, um resultado que considerou ingrato devido ao golo sofrido nos descontos. Depois de um bom início de jogo, onde a equipa podia ter ampliado a vantagem, o Sporting acabou por ceder pontos no final.

“Acaba por ser um bocado ingrato sofrer o golo aos 90+3 minutos”, admitiu Rui Borges, lembrando que na primeira volta já tinha acontecido uma situação semelhante. O técnico reconheceu que “mas, também já marcámos alguns golos para lá dos 90 minutos. O futebol é mesmo isto”. A análise de Borges à partida dividiu-se em duas partes, sublinhando o desempenho inicial e as falhas posteriores: “Uma primeira parte onde entrámos muito bem, onde poderíamos ter feito 2-0, mas na única aproximação que o Braga tem à nossa baliza faz o golo do empate. Poderíamos ter feito mais nesse momento, nesse lance do golo, poderíamos ter sido mais proativos, mas fizemos uma primeira parte muito boa, com bola, sem bola, sendo mais pressionantes, ganhando duelos e recuperando rapidamente bolas quando perdíamos”.

Apesar da boa primeira parte, a equipa não conseguiu manter a intensidade: “Na segunda parte foi diferente, fomos caindo um pouco, perdendo algumas referências, perante um Braga que mete muita gente na zona da bola. Fomos baixando, apesar de o adversário, na segunda parte, ter dois remates à nossa baliza, num deles deu golo, e alguns cruzamentos”. O técnico elogiou ainda a entrada de Quaresma para dar “consistência à linha defensiva, sentia-se que a energia do Diomande não estava no seu melhor, está no Ramadão e o Edu, pela sua capacidade no um para um e no jogo aéreo, deu-nos mais estabilidade defensiva e não deixou de ser lateral com bola e até tem umas arrancadas”.

Questionado sobre o cansaço da equipa, Borges foi perentório: “Não pode ser explicação. Na segunda parte foi notório que fomos perdendo um pouco de energia, mas jamais será desculpa para aquilo que fomos ou não capazes de fazer durante o jogo”. Sobre o clássico entre Benfica e FC Porto, o treinador preferiu não se alongar: “Não me compete comentar sobre esse jogo. Não estou preocupado com o que se vai passar”. Acrescentou ainda que “Em relação a isso não vou estar a falar, não me compete, não é o meu jogo, não estou preocupado com isso”, mostrando o seu foco na equipa e nos próximos desafios. No que concerne ao lance de Suárez que poderia ter ditado o 2-0, Rui Borges afirmou: “Poderia ter feito, mas é o que é, mérito do guarda-redes do Sp. Braga. Poderíamos ter matado aí com o 2-0, o jogo tornar-se-ia diferente, mas não sabemos como iria acabar. Já marcou outros golos que ninguém estava à espera. Faz parte do jogo”. Sobre a ausência de Maxi Araújo, o técnico minimizou o impacto: “Dor de cabeça era se jogasse com dez, jogo com 11, por isso não é dor de cabeça. Há outros jogadores que darão uma boa resposta na ausência do Maxi”.

Borges concluiu a sua análise reiterando que “Faz parte do jogo, é o que é. Agora há que levantar a cabeça e seguir o nosso caminho. É um ponto que somamos. Chegamos ao fim do campeonato e veremos qual foi a consequência dele ou de não ter ganho três”.

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Correcção de Artigo

  1. Autores do estudo: Análise da Qualidade dos Artigos
  2. Citação: "a correcção de artigos é fundamental"
  3. Data: 2022
  4. Número de autores: 5