Relatório de arbitragem do FC Porto vs Sporting revela condutas antidesportivas

  1. Ausência de bolas nos sinalizadores após o minuto 93.
  2. Interrupção de 4 minutos devido a pirotecnia na Bancada Sul.
  3. Expulsão de dois elementos dos bancos aos 90' + 10'.
  4. FC Porto ofereceu camisolas à equipa de arbitragem no final do jogo.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) tornou públicos os relatórios de arbitragem da 21.ª jornada do campeonato. O documento referente ao clássico entre FC Porto e Sporting (1-1) recebeu particular atenção, uma vez que o relatório de Luís Godinho, árbitro da partida, valida as queixas sobre a conduta dos apanha-bolas no Estádio do Dragão, as quais motivaram a abertura de um processo disciplinar aos “dragões”. Godinho foi explícito ao documentar a “ausência de bolas nos sinalizadores das mesmas” após o minuto 93, um período crucial do jogo, confirmando assim a interrupção no ritmo da partida nos momentos finais.

Além da questão das bolas, o relatório descreve uma interrupção de quatro minutos na primeira parte, entre os minutos 32 e 36, devido ao “uso de pirotecnia” por parte da claque do FC Porto. O “fumo denso” provocado na Bancada Sul (setor 8) tornou a visibilidade no terreno de jogo impossível, forçando a paragem do encontro. Este incidente sublinha as preocupações com a segurança e a ordem nos estádios, um tema recorrente no futebol nacional. Os clubes são frequentemente alertados para os perigos e as consequências associadas ao uso de material pirotécnico nos recintos desportivos. Estas ocorrências terão de ser analisadas pelos órgãos disciplinares com o objetivo de evitar a repetição de tais comportamentos.

O final da partida foi igualmente pautado por momentos de tensão. Aos 90’+10’, presenciou-se a expulsão de dois elementos dos bancos de suplentes: Lino Godinho, treinador-adjunto do FC Porto, e Fernando Alves, do staff do Sporting. O árbitro justificou as expulsões ao indicar que ambos saíram “deliberadamente da área técnica para agir de forma provocatória ou inflamatória para com elementos da equipa adversária”. Adicionalmente, na secção de “outros”, Luís Godinho registou que o FC Porto ofereceu uma camisola do clube a cada membro da equipa de arbitragem no fim do jogo. Este gesto, embora possa ser interpretado como uma tradição, levanta questões sobre os protocolos de conduta e a ética nas relações entre clubes e equipas de arbitragem, especialmente após um jogo tão controverso.

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