Vangelis Pavlidis aborda dinâmica da equipa e jogo contra o Real Madrid

  1. Pavlidis elogia capacidade de Rafa Silva.
  2. Anísio Cabral é um talento com futuro.
  3. Equipa está na máxima força para o Real Madrid.
  4. Courtois é um guarda-redes de elite.

Vangelis Pavlidis, avançado do Benfica, abordou diversos tópicos em conferência de imprensa, desde a dinâmica com os seus colegas de equipa, Rafa Silva e Anísio Cabral, até à crucial partida frente ao Real Madrid. O futebolista grego salientou a importância de ter um plantel forte e o impacto da experiência de jogadores como Rafa no esquema da equipa.

Sobre o regresso de Rafa Silva, Pavlidis partilhou a sua perspetiva, afirmando: “Só joguei dois ou três jogos com o Rafa. Ouvi falar muito dele quando ele não estava cá. Veio para nos ajudar e todos sabem que tem a capacidade de criar muitos golos para outros jogadores, passa muito bem a bola, é muito rápido, um jogador fantástico e estamos muito felizes por tê-lo aqui. Sinto-me muito bem por ter um jogador como ele a número dez.” Esta declaração de Pavlidis realça o valor de Rafa não só pela sua qualidade individual, mas também pela sua capacidade de potenciar o coletivo, algo que o avançado grego valoriza particularmente. Em relação ao jovem Anísio Cabral, Pavlidis não poupou elogios, mas deixou um aviso importante: “O Anísio é um talento de topo. Já mostrou o que pode fazer, mas tem de trabalhar muito e continuar humilde. No futuro será um jogador fantástico.” Esta orientação demonstra a preocupação do avançado em guiar os talentos emergentes do clube, enfatizando que o talento por si só não é suficiente sem dedicação e humildade constantes.

A aproximar-se o confronto com o Real Madrid, Pavlidis analisou o estado da equipa e a expectativa para a partida. Questionado sobre a importância dos regressos de jogadores como Lukebakio, Ríos, Bah, Aursnes e Dedic, o grego foi categórico: “É muito bom, agora estamos na máxima força e o treinador decidirá quem vai jogar. Vamos dar o nosso melhor para obtermos os melhores resultados para a equipa”. A força do plantel a figurar em plena capacidade é uma mais-valia importante para partidas de alta exigência. Sobre a abordagem tática para o jogo, Pavlidis foi cauteloso, resguardando as estratégias da equipa: “Não posso revelar as nossas táticas... O mister tem ideias daquilo que quer fazer. Acho que não vamos mudar muita coisa, mas amanhã teremos outras coisas para mostrar. Não posso dizer as nossas táticas, o mister matava-me...”. Esta postura indica que, apesar de poderem existir ajustes, o Benfica manterá a sua identidade e os seus princípios de jogo. No que diz respeito a preferências de resultado na primeira mão, Pavlidis mostrou-se pragmático: “Parece-me óbvio... Gostaria de empatar e decidir o último jogo em Madrid”. Isto sublinha a importância de um resultado positivo fora de casa para levar para a segunda mão da eliminatória.

O impacto do guarda-redes do Real Madrid, Courtois, também foi tema de conversa. Pavlidis reconheceu a qualidade do adversário, mencionando a sua inclusão no top 3 dos melhores guarda-redes do mundo: “Não sei se, neste momento, é o melhor do mundo, mas parece-me que está no top'3. É um grande guarda-redes e é por isso que está no Real Madrid. Olhando para a sua carreira... Lembro-me que foi essencial numa final de Liga dos Campeões já. E quase defendeu o meu penálti... É muito difícil defrontá-lo porque é muito grande e a baliza parece pequena atrás dele”. Esta declaração de Pavlidis realça a dificuldade que os avançados enfrentam contra guarda-redes de elite como Courtois, que com a sua envergadura parece diminuir o espaço disponível na baliza. O avançado do Benfica também comentou sobre a sua própria atitude perante golos, relembrando o golo do colega Trubin: “Foi incrível, acho que dá para ver as nossas reações nos vídeos... Foi uma sensação muito boa para toda a gente. Talvez o golo mais importante da carreira dele e eu até celebrei mais o golo dele do que o meu nesse jogo...”. A camaradagem e o espírito de equipa transparecem nesta observação, mostrando a união do grupo em momentos de sucesso individual.

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