O convite de Casillas e a "tensão" no FC Porto: "Senti que o meu lugar não era ali"

  1. Alberto Bueno sentiu que o seu lugar não era no FC Porto.
  2. Bueno encontrou estabilidade no Boavista após a sua passagem pelo FC Porto.
  3. Atualmente, Bueno está a participar na Kings League, uma competição criada por Iker Casillas.
  4. Bueno está interessado em tornar-se treinador e está envolvido em vários projetos.
Alberto Bueno, antigo avançado do FC Porto, abriu o coração numa entrevista exclusiva ao zerozero e revelou que sentiu que o seu lugar não era no clube português. Bueno chegou ao FC Porto com muita ambição, depois de duas boas temporadas no Rayo Vallecano, mas as oportunidades foram poucas e a experiência não correu como o esperado. "Sempre pensei - e ainda penso - que tinha capacidade e qualidade para ter obtido mais minutos, mas as oportunidades foram poucas. A pior parte foi a tensão no momento em que saí do clube. E o timing de todas estas decisões. A nível pessoal vivi uma etapa muito difícil. Ainda assim, guardo muitas recordações boas do clube, da cidade e do país", afirmou Bueno. Após a sua passagem pelo FC Porto, Bueno encontrou estabilidade no Boavista. "Decidi ir para o Boavista porque procurava estabilidade. Depois do FC Porto, andei por vários clubes e estava sempre a mudar de casa e de escolas. Para a minha família não era agradável. Assim sendo, o Boavista foi uma oportunidade para garantir estabilidade à minha família", explicou. Atualmente, Bueno está envolvido na Kings League, uma competição criada por Iker Casillas. "A Kings League é um projeto muito interessante e estou feliz por fazer parte. É uma forma de continuar a competir e a desfrutar do futebol. Além disso, tenho a oportunidade de conhecer jogadores novos a cada domingo", revelou o antigo avançado. Sobre o seu futuro, Bueno afirmou que está interessado em tornar-se treinador e está envolvido em vários projetos. "Neste momento, estou envolvido numa série de coisas: estou num projeto muito grande, estou interessado em tornar-me treinador e, ao mesmo tempo, também estou vinculado a vários meios de comunicação. Sinto que a minha carreira profissional, enquanto jogador, está fechada", concluiu Bueno.

Cathro quer mais do Estoril do que "fogo-de-artifício"

  1. Não quero viver num mundo em que quando ganhamos um jogo contra o Rio Ave e chegámos aos 34 pontos, há fogo-de-artifício.
  2. Na próxima vez que houver fogo-de-artifício é porque estamos a procurar os passaportes para poder ir fazer eliminatórias [competições europeias].
  3. Não podemos viver num mundo em que possamos ir a um jogo mais tranquilos por causa disto ou aquilo, porque não queremos isso, queremos muito mais e é preciso que toda a gente dentro do clube entenda e vá connosco.