Carlos Vicens reflete sobre a derrota na final da Taça da Liga

  1. Carlos Vicens analisou a derrota
  2. Ricardo Horta falou sobre os detalhes
  3. Braga dominou a primeira parte
  4. Equipa busca aprender com a derrota

A derrota do SC Braga na final da Taça da Liga contra o Vitória de Guimarães deixou o treinador Carlos Vicens em profunda reflexão. Em entrevista à Sport TV,Vicens destacou que “conceder dois golos e só marcar um” foi um dos pontos críticos da partida. Para ele, o jogo é decidido nas áreas adversárias e, neste caso, o rival foi mais eficaz.

Vicens sublinhou que, na primeira parte, a sua equipa dominou o jogo e poderia ter saído a ganhar. Segundo o técnico, “na primeira parte não só dominamos como fizemos o suficiente para marcar o segundo golo”. Contudo, a frustração cresceu com as oportunidades perdidas, incluindo duas ocasiões claras para empatar. Ao referir-se às dificuldades enfrentadas pelo Braga, afirmou: “Então, quando tanto acontece contra ti, deve ser porque hoje não é o teu dia. Felicitar ao rival, porque conseguiu a vitória.”

Reflexões de Ricardo Horta

Ricardo Horta, capitão da equipa, expressou a sua tristeza pela derrota, mas também refletiu sobre o que correu mal no jogo. Reconheceu que “todas as finais perdidas custam, mas esta custa mais um bocadinho” devido ao facto de a equipa estar em vantagem na primeira parte. Horta recordou que “a primeira parte é toda nossa” e que o Braga poderia ter ampliado o resultado, mas acabou por sofrer a reviravolta do Vitória.

O capitão também falou sobre a importância dos detalhes em finais: “Mais um golo de canto, já são muitos golos de bola parada que a gente sofre. Temos de aprender com isto.” Ele mostrou-se consciente de que o Braga deve aprender com os erros e fortalecer-se para o futuro: “Ficar tristes, fazer o luto, mas quarta-feira há jogo.”

Lições Aprendidas

A intervenção de Horta ecoou na análise de Vicens, que mencionou as falhas na defesa de lances de bola parada: “O golo foi de canto. Portanto, faltou defender melhor o canto e aproveitar mais as oportunidades.” O técnico também sublinhou que a equipa precisa de olhar em frente: “Temos de curar as feridas nos próximos dias para que possamos ir a Fafe fazer um bom jogo e passar à próxima eliminatória da Taça de Portugal.”

A derrota foi também uma lição para Horta, que reconheceu a importância da mentalidade positiva: “Acho que o jogo foi bem conseguido, temos vindo a crescer e este jogo também jogámos bem, tivemos lances bons, bom futebol.” Ele afirmou que a equipa precisa agir nos detalhes que determinaram a derrota: “Acho que não é por aí, são detalhes, perdemos nos detalhes outra vez e acho que é isso que temos de melhorar.”

Futuro À Vista

A partir deste desfecho, o Braga enfrenta agora a necessidade de se recuperar rapidamente e voltar a focar nas competições que seguem pela frente. Como observou Vicens, “nós vamos continuar a trabalhar, porque temos muitos meses pela frente”. Assim, a equipa busca aprender com a dor da derrota na final e tentar transformar essa experiência em força para o que está por vir.

Final da Taça da Liga entre Sp. Braga e V. Guimarães é momento histórico do futebol português

  1. Vai ser um jogo muito difícil. O V. Guimarães vem com uma dinâmica positiva, é uma equipa em crescimento e nota-se o trabalho que está a ser feito.
  2. Mesmo o nosso bom jogo com o Benfica não serve. Amanhã começa 0-0 e tens de ganhar o direito a conquistar o jogo.
  3. Nós vamos fazer parte do dérbi mais histórico que existe entre estas duas equipas, porque é o primeiro dérbi que existe em que vai decidir um título

Rafael Obrador na mira do Torino

  1. Rafael Obrador pode deixar o Benfica em janeiro.
  2. O Torino está interessado na contratação do jogador.
  3. O Benfica pretende 5 milhões de euros pela transferência.
  4. Obrador jogou apenas uma vez na equipa principal do Benfica.