Álvaro Carreras e Ademir Alcântara recordam momentos marcantes nas suas carreiras

  1. Álvaro Carreiras diz que está a "desfrutar do futebol" ao lado de um treinador com uma mentalidade com a qual se identifica
  2. Carreiras destacou a importância da família na sua carreira de jogador
  3. Carreiras considera Marcelo e Sergio Ramos como as suas principais referências como defesa esquerdo
  4. Ademir Alcântara teve passagens marcantes por Vitória SC, Benfica e Boavista
  5. Ademir e o seu amigo Nenê têm edifícios no Brasil com o nome "Guimarães" em homenagem ao Vitória SC
  6. Ademir revelou algumas divergências com o antigo presidente do Boavista, Valentim Loureiro

Álvaro Carreras: "Incrível voltar a gostar do futebol desta forma"

Álvaro Carreras está a atravessar a melhor fase desde que chegou ao Benfica e, em entrevista à "La Voz de Galicia", o lateral espanhol admitiu que está a "desfrutar do futebol", numa altura em que agarrou a titularidade no lado esquerdo da defesa encarnada, com um treinador com o qual se identifica.

"Estou a desfrutar do futebol, ao lado de um treinador com uma mentalidade que me identifico e um estilo de jogo sempre virado para a baliza adversária. É incrível voltar a gostar do futebol desta forma, com uma vitória por 4-0 na Liga dos Campeões. Impossível ter um "feeling" melhor do que este", começou por referir.

A importância da família

Carreras destacou a importância que a família teve (e tem) na sua carreira de jogador, que podia ter terminado há alguns anos. "O mais importante é a minha família. Sem eles, não estaria onde estou e provavelmente já tivesse deitado a toalha ao chão há muito tempo. Sacrifiquei toda a minha infância pelo futebol, por um sonho. Vivi tudo aquilo com que tinha sonhado", admitiu o atleta.

As referências como defesa esquerdo

Questionado sobre as referências enquanto defesa esquerdo, o jogador do Benfica não demorou muito a decidir, sendo que no topo da lista estão Marcelo e Sergio Ramos. "O Marcelo sempre foi uma grande referência, mas também o Sergio Ramos. Quando era mais novo até ligava mais aos avançados, para ser sincero", revelou.

Carreras falou ainda sobre a ligação que tem criado com o companheiro de equipa Otamendi: "É um orgulho jogar ao lado do Otamendi, dou-me muito bem com ele, porque jogamos perto um do outro e vamos dando conselhos".

Ademir Alcântara: "Tenho edifícios no Brasil em homenagem ao Vitória SC"

Ademir Alcântara, ex-médio ofensivo brasileiro, teve passagens marcantes por clubes portugueses como Vitória SC, Benfica e Boavista. Em conversa com o zerozero, o ex-jogador relembrou o passado em ambos os clubes, o "amor" pelo Vitória SC e as "divergências" com Valentim Loureiro, antigo presidente do Boavista.

Amor pelo Vitória SC

Sobre o Vitória SC, Ademir revelou: "Tenho muitas saudades dessa época [1986/1987]. Erámos uma equipa excecional e qualquer adversário sentia que era difícil jogar em Guimarães. A cidade e os adeptos são muito envolvidos com o clube. Quando chegávamos das competições europeias - independentemente do horário -, nós éramos sempre recebidos no Largo do Toural. Faziam sempre uma grande festa e acompanhavam-nos para todo o lado. Foi o clube com os melhores adeptos que apanhei."

Ademir e o seu amigo Nenê, ex-colega de equipa no Vitória SC, decidiram abrir uma empresa de construção civil no Brasil com uma particularidade curiosa: "Eu e o Nené, um grande amigo meu, procuramos que todos os negócios que fazemos aqui no Brasil tenham o nome Guimarães. Temos aqui um com o nome 'Residencial Guimarães'. Todos os edifícios que temos chamam-se 'Guimarães 1, Guimarães 2...', em homenagem ao Vitória SC. Tenho uma grande admiração pelo clube."

Divergências com o Boavista

Já sobre o Boavista, Ademir afirmou: "Os adeptos do Boavista não são tão apaixonados como os de Guimarães, mas foi um clube muito bom para trabalhar, com grandes infraestruturas. Fiz uma época muito boa lá - 10 golos em 20 jogos -, mas, depois, houve alguns fatores que condicionaram a minha permanência."

O ex-jogador revelou ainda algumas divergências com o antigo presidente do Boavista, Valentim Loureiro: "Tive pouco contacto com o Valentim Loureiro, uma vez que não aparecia muito mas acompanhei sempre de perto as atitudes que ele ia tendo perante nós [jogadores] e a verdade é que nem sempre concordávamos com ele."

O pior momento da carreira

Por fim, Ademir falou sobre o "pior momento da carreira", após um imbróglio entre FC Porto, Vitória SC e Benfica: "Basicamente tive uma proposta do Benfica que acabei por aceitar e, depois, o pessoal do FC Porto ficou muito aborrecido porque, aparentemente, o presidente já tinha um acordo verbal com o Jorge Nuno Pinto da Costa, ainda antes da proposta do Benfica. Foi uma confusão onde eu saí mais prejudicado. Sofri pressão dos dois lados e vivi momentos de grande tensão. Foi, muito provavelmente, o pior momento da minha carreira."

Villas-Boas sobre o futuro de Anselmi: “Futebol copia basquetebol? Vai acontecer seguramente”

  1. André Villas-Boas expressou esperança na vitória da equipa de basquetebol do FC Porto na final da Taça Hugo dos Santos.
  2. Villas-Boas afirmou que “Futebol copia basquetebol? Vai acontecer seguramente” sobre o futuro de Martín Anselmi.
  3. Villas-Boas tinha garantido em março a permanência de Anselmi para a próxima época.
  4. A equipa de basquetebol do FC Porto já conquistou dois troféus nesta época.

Sporting CP vs. Gil Vicente: Vitória Imperativa Antes do Dérbi

  1. Sporting CP defronta o Gil Vicente em Alvalade na 32.ª jornada da Liga.
  2. Jogo crucial para as aspirações ao título do Sporting CP antes do dérbi com o Benfica.
  3. Sporting CP não pode contar com Diomande (suspenso) e Nuno Santos, Daniel Bragança e João Simões (lesionados).
  4. Morten Hjulmand e Matheus Reis em dúvida para o dérbi.

Sporting-Gil Vicente: Vitória Crucial Antes do Dérbi

  1. Sporting recebe o Gil Vicente antes do dérbi com o Benfica.
  2. Rui Borges: “Não vale a pena olhar para o passado e para o futuro. É olhar para o presente e focar no Gil Vicente.”
  3. César Peixoto: “Temos que ser inteligentes e aproveitar os espaços que achamos que vão existir.”
  4. Peixoto sobre Gyokeres: “Acho que tem que ser um trabalho coletivo, sinceramente. Se for individual, um para um, é difícil.”