A vitória do Torreense na final da Taça de Portugal teve um impacto direto nas qualificações europeias a nível nacional, empurrando o Benfica para as pré-eliminatórias da UEFA Europa League. Esta nova realidade obriga os encarnados a um percurso mais longo e desafiador para alcançar a fase de liga da segunda competição europeia, tendo de ultrapassar três rondas eliminatórias.
O Benfica iniciará a sua jornada na segunda pré-eliminatória, com a primeira mão agendada para 23 de julho, apenas quatro dias após a final do Mundial. Apesar de ser cabeça de série, o que lhe permite evitar alguns dos adversários mais fortes, ainda poderá defrontar equipas como Besiktas (Turquia), Twente (Países Baixos), Tromso (Noruega), Sankt Gallen (Suíça), Hammarby (Suécia), Hajduk Split (Croácia) e CSKA Sófia (Bulgária). A lista de potenciais adversários na segunda pré-eliminatória pode ainda incluir Dínamo Kiev (Ucrânia), Sheriff (Moldávia), Apollon Limassol (Chipre) ou Beitar Jerusalém (Israel), dependendo dos desfechos das Taças de Israel e Chipre. O nível de dificuldade aumenta na ronda seguinte, onde poderá cruzar-se com Qarabag (Azerbaijão), Anderlecht (Bélgica), Jagiellonia (Polónia) ou os eliminados da segunda pré-eliminatória da Liga dos Campeões.
No play-off, a última etapa antes da fase de liga, o cenário pode tornar-se mais facilitado
para o Benfica. Equipas como Borac Banja Luka (Bósnia), Vikingur (Islândia), Kairat (Cazaquistão), Universitatea Craiova (Roménia), Riga FC (Letónia), KI Klaskvík (Ilhas Faroé) ou Flora (Estónia) surgem como potenciais oponentes. Caso o Benfica seja eliminado em qualquer uma das rondas da Liga Europa, transitará para as pré-eliminatórias da Liga Conferência. Se a eliminação ocorrer no play-off da Liga Europa, terá acesso direto à fase de liga da Liga Conferência. Desde 23 de julho, o calendário do Benfica será preenchido com jogos à quinta-feira até ao final de agosto, cruciais para a sua continuidade nas competições europeias.