A Assembleia Geral da Liga, realizada esta quarta-feira, rejeitou duas propostas apresentadas pelo Sporting, destinadas a alargar a intervenção do VAR e a modificar a localização dos bancos de suplentes. A decisão surpreendeu os representantes do clube, que defendiam que a medida tornaria o futebol em Portugal mais justo.
André Villas-Boas, presidente do FC Porto, fez uma sugestão durante a reunião, propondo que, se o VAR fosse utilizado para avaliar cantos mal assinalados, isso deveria ter efeitos retroativos a partir da época 2025/26. O objetivo seria evitar que a proposta fosse vista como uma mera hipocrisia.
A este respeito, a questão dos cantos mal assinalados tem gerado muitas discussões entre os clubes.
Além disso, o Sporting sugeriu também a mudança da localização dos bancos de suplentes. A ideia era que o banco da equipa visitante se posicionasse atrás do árbitro assistente, o que poderia diminuir a pressão exercida pelos clubes visitados sobre os árbitros. Esta proposta visava criar um ambiente mais imparcial durante os jogos, mas não obteve a aprovação desejada.