Mário Branco, diretor-geral do Benfica, expressou veementemente o seu desagrado pela atuação da equipa de arbitragem, liderada por José Bessa, no jogo contra o Arouca. As queixas centraram-se numa alegada diferença de critérios na aplicação de sanções, com destaque para o cartão amarelo exibido a António Silva. Este cartão, segundo Mário Branco, foi mostrado sem que o capitão encarnado tivesse proferido qualquer palavra, resultando na sua exclusão do próximo jogo contra o V. Guimarães. Além disso, o dirigente benfiquista criticou a atitude do árbitro ao “dar um chega para lá”
em Dahl, aos 14 minutos, quando o jogador se aproximava de um adversário caído no chão.
As reclamações de Mário Branco deverão ser reportadas no relatório do árbitro, evidenciando o descontentamento da direção do Benfica com a performance da equipa de arbitragem. Este episódio sublinha a tensão que por vezes envolve as decisões em campo e o impacto que estas podem ter no desenrolar da temporada e na gestão dos plantéis.
Paralelamente, José Mourinho, treinador do Benfica, foi forçado a assistir ao jogo do autocarro da equipa, depois de o Conselho de Disciplina ter negado o efeito suspensivo ao recurso da sua suspensão. Mourinho foi castigado com uma partida e 11 dias de suspensão após a sua expulsão contra o FC Porto. Apesar de a suspensão o impedir de estar no banco, o técnico optou por não sair do autocarro no Estádio Municipal de Arouca. Cumprimentou os jogadores e trocou palavras com o presidente Rui Costa antes da partida. A localização do estacionamento permitiu a Mourinho ter uma vista privilegiada para o relvado, complementando o que acompanhava pela televisão.