Num jogo que prometia emoções fortes, o Arouca inaugurou o marcador frente ao Benfica, após uma decisão polémica envolvendo o defesa encarnado António Silva. O incidente ocorreu logo aos 7 minutos da partida, quando o VAR, Pedro Ferreira, alertou o árbitro principal José Bessa para um desvio com o braço de António Silva num duelo com o avançado Barbero. A decisão gerou controvérsia, com o árbitro a considerar que o braço do jogador do Benfica estava em posição não natural
, ditando assim a grande penalidade. Barbero não desperdiçou a oportunidade, enganando o guarda-redes Trubin e colocando o Arouca em vantagem.
A polémica não ficou por aqui. Decorridos apenas dez minutos do penálti convertido por Iván Barbero, o Benfica reclamou igualmente uma grande penalidade na área arouquense. Aos 17 minutos, José Fontán cortou um cruzamento perigoso de Samuel Dahl, evitando que a bola chegasse a Pavlidis. O avançado grego caiu na área, queixando-se de um agarrão por parte do defesa central espanhol, mas o árbitro José Bessa mandou seguir o jogo, ignorando os protestos dos jogadores do Benfica e deixando no ar a sensação de que a arbitragem estava a ser um ponto central na partida.
Este lance marcante, que resultou no golo inaugural do Arouca, teve um impacto significativo no desenrolar da partida. António Silva, que envergava a braçadeira de capitão do Benfica na visita a Arouca, viu a sua infração ser decisiva para a cambalhota no marcador. A concretização da grande penalidade por Iván Barbero, que assim assinalou o seu quinto golo na temporada, demonstrou a sua eficácia. A partida, válida pela 26.ª jornada da I Liga, continua a ser acompanhada de perto, com os adeptos a aguardarem os próximos desenvolvimentos deste confronto.