Samu Costa, médio que atua nos espanhóis do Maiorca, manifestou o seu total empenho e disponibilidade para a Seleção Nacional, frisando o papel crucial da união para o sucesso no Mundial 2026. Em conferência de imprensa, o jogador de 25 anos, internacional por quatro vezes, sublinhou a sua dedicação. “O meu papel é bastante claro. Estou ao serviço da seleção para ajudar no que for preciso. O mais importante é a equipa. Quero aprender com os companheiros e o 'staff', para podermos, todos juntos, conquistar algo muito bonito”, realçou Samu Costa. O centrocampista revelou sentir-se “mais cómodo a 6 ou a 8, mas também posso jogar a lateral. O mais importante é a equipa”. Questionado sobre a sua presença na equipa, o médio atribuiu-a ao seu trabalho. “Sei que trabalhei muito para estar aqui. Deve-se à minha humildade e ao trabalho que fiz no clube diariamente. O estágio de março foi importante, tive oportunidade de me mostrar como jogador e como pessoa. Estou feliz por ser convocado e fazer parte desta seleção”, sublinhou o jogador. Costa acrescentou ainda: “Trabalhei muito para aqui estar, deve-se à minha humildade e ao estágio de março, quando consegui mostrar-me enquanto jogador e pessoa.”
Apesar da forte concorrência no meio-campo luso, com nomes como Vitinha, João Neves, e Bruno Fernandes, Samu Costa vê isso como um fator positivo. “Quanto mais concorrência, melhor. É melhor para a equipa, temos os melhores do mundo em cada posição. Estou bastante agradecido por treinar com eles todos os dias”, vincou o médio, que afastou questões sobre o seu futuro após o torneio. O médio do Maiorca não sabe se jogará no próximo particular. “Não sei se vou jogar amanhã. Estou preparado para tudo. Tenho criado relações com todos os colegas. Temos trabalhado bastante. Para mim a intensidade é definida por nós, treino como jogo. Vai ser um teste importante, vamos ser muito sérios”, afirmou. Sobre o compromisso da equipa, realçou: “O compromisso é obrigatório, não vamos poupar esforços. É um jogo de preparação, mas há que manter a seriedade. Queremos impor o nosso jogo e temos noção das dificuldades.”
A pressão inerente a uma competição como o Mundial foi outro ponto abordado por Samu Costa, que a vê como um sinal de elevadas expectativas. “Haverá sempre pressão, todas as seleções têm. É a maior competição do mundo e todos a querem ganhar. Se há pressão, é porque as pessoas esperam algo de ti. Não falo de candidatos ou favoritos, pois o importante é o dia a dia e começarmos a construir boas 'sociedades'. O importante agora é este duelo com o Chile”, disse. O médio focou-se na importância das “boas químicas”. “A pressão vai existir sempre, o Mundial é a maior competição do Mundo. Não falo de candidatos ou favoritos, o que importante é conseguirmos boas químicas”, ressaltou. O Portugal-Chile está agendado para as 18:45 de sábado, no Estádio Nacional, e terá arbitragem do italiano Luca Zufferli. Após este particular, a seleção portuguesa defronta a Nigéria a 10 de junho, antes de iniciar a sua participação no Mundial 2026, onde irá defrontar a República Democrática do Congo, o Uzbequistão e a Colômbia no Grupo K.