O encerramento da edição 2025/26 da Liga dos Campeões, com a vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal na final disputada em Budapeste, permitiu traçar o balanço financeiro dos clubes participantes. No panorama nacional, o Sporting foi o clube que mais lucrou, tendo alcançado os quartos de final, onde foi eliminado pelo Arsenal. O percurso da equipa resultou numa receita total aproximada de 67,6 milhões de libras, o que equivale a cerca de 78 milhões de euros, posicionando-se como o 12.º clube com maiores rendimentos na prova.
O Benfica, por sua vez, registou valores inferiores após ter sido eliminado pelo Real Madrid na fase de playoffs. A receita total da equipa da Luz rondou os 46,2 milhões de libras (53,3 milhões de euros), o que coloca a instituição na 20.ª posição do ranking de lucros da competição. No topo da tabela financeira global, destacam-se o PSG e o Arsenal, que arrecadaram valores próximos dos 145 milhões de euros, seguidos por gigantes como o Bayern Munique e o Liverpool.
Contudo, para o Sporting, a entrada na fase de liga da próxima edição da prova milionária não trará apenas lucros. A estrutura financeira do clube terá de lidar com a ativação de bónus contratuais associados à qualificação para a Champions. Entre os valores a pagar, destacam-se as cláusulas acordadas com o Panathinaikos pelas contratações de Ioannidis e Vagiannidis, que somam 2 milhões de euros, e um bónus de 1 milhão de euros relativo à transferência de Luis Suárez, vindo do Almería.
No total, a fatura referente a estes bónus de qualificação poderá subir para 3 milhões de euros, processo que está sob a gestão de Francisco Salgado Zenha, administrador da SAD com a pasta das finanças. Existe ainda a questão de Kochorashvili, negociado com o Levante, embora o bónus relativo à prova estivesse indexado ao desempenho individual do jogador, que teve poucos minutos de jogo na temporada 2025/26.