Rui Borges celebra o regresso ao segundo lugar e a motivação do Sporting

  1. Sporting venceu o Rio Ave por 4-1
  2. Equipa recuperou o segundo lugar na Liga
  3. Lesões de Debast e Vagiannidis
  4. Rui Borges elogia arbitragem

Rui Borges, treinador do Sporting, revelou em conferência de imprensa a satisfação da equipa após a vitória por 4-1 sobre o Rio Ave, na 33.ª jornada da Liga. O técnico leonino congratulou-se com a superação dos momentos difíceis e a recuperação do segundo lugar, salientando a importância da motivação e da tranquilidade mental para a reta final do campeonato. “O grupo está feliz, fomos capazes de ganhar o jogo e estivemos a perder perante uma boa equipa, que tem feito uma segunda volta muito boa. É uma belíssima equipa. O grupo estava feliz pela vitória, há o acréscimo de voltarmos a ser segundos, mas temos de estar concentrados. Falta uma jornada em nossa casa, perante os nossos adeptos. Precisamos da energia e apoio deles. Fora também temos tido um apoio fantástico. Vamos jogar perante o Gil, que está a fazer um belíssimo campeonato e que nos vai dificultar a tarefa. Felizes por estarmos em segundo, mas temos de estar muito concentrados, recuperar e mentalmente disponíveis para disputar a última jornada. Depender só de nós é muito importante” (Rui Borges).

Questionado sobre as decisões da arbitragem, Rui Borges foi assertivo. “Acredito que os lances foram bem ajuizados” (Rui Borges). O técnico enfatizou também o impacto positivo de reassumir a segunda posição na tabela classificativa. “Voltarmos a ser segundos traz motivação e tranquilidade mental. Perdemos a oportunidade de lutar pelo campeonato e o segundo lugar, o que foi mentalmente difícil para o grupo. Mas conseguimos ultrapassar isso, o grupo está capaz e mostrou isso hoje. É importante perceber que voltamos ao segundo lugar e que voltamos a depender só de nós. Ajuda muito a equipa e os jogadores na parte mental e espero que os motive para a dificuldade do último jogo” (Rui Borges).

Rui Borges abordou ainda a pressão que a equipa sentiu ao perder o segundo lugar e a dificuldade em lidar com o desgaste provocado por uma época intensa. Relativamente às lesões de Debast e Vagiannidis, que não foram mencionados na antevisão do jogo, adiantou: “Lesionaram-se os dois no treino, por isso é que não referi isso na antevisão, porque não sabia se podia contar. Estão sob avaliação. Não consigo dar mais informações” (Rui Borges). Ele sublinhou a importância de manter a concentração para o último desafio, mesmo com a posição mais confortável. “Passa pela cabeça acabar em segundo. Sinto que é positivo porque a equipa mentalmente respira um bocadinho, o ar fica diferente, mas não podemos baixar os braços porque temos jogo difícil, mesmo sendo em nossa casa. É final de época e nem sempre a energia está a 100 por cento, é natural em todas as equipas. Mas a nossa motivação e ambição, e eles têm mostrado ao longo da época, não foram aqueles 15 dias que definem a grande época que o grupo está a fazer. É importantíssimo depender de nós e temos de fazer de tudo para o conseguir perante um adversário que está a fazer uma grande época. Mas acredito que a motivação do grupo para ficarmos no segundo lugar é grande” (Rui Borges).

O técnico refletiu sobre o período desafiador após os jogos com o Arsenal, que impactaram mentalmente o grupo. “Somar a segunda vitória depois daqueles 15 dias é importantíssimo. A parte difícil depois dos jogos do Arsenal era respirar. Entrámos nestas semanas mais normais, depois daquela semana que nos pôs fora desses objetivos. A dificuldade estava no choque mental de estares de fora do campeonato e de não dependermos de nós para o segundo lugar. Mesmo com semanas normais é difícil ligá-los. Mesmo no treino, por mais vontade que tenham. Está lá o desgaste e é difícil para os treinadores, não só no Sporting. As últimas semanas são difíceis para as equipas, o desgaste é enorme, é ano de Mundial, jogadores ligados às convocações… é difícil, mas temos conseguido ajudar os jogadores, porque depende muito deles. Por mais que queira e seja bom gajo para tentar puxá-los, é difícil. A minha conversa vai muito por aí. Foi difícil, mas estas vitórias e estarmos em segundo lugar ajuda muito. Espero que isso os mantenha com ambição e vontade de disputar o último jogo” (Rui Borges).

Em relação à performance da equipa, Rui Borges afirmou: “Fomos sempre uma equipa muito ofensiva, muito goleadora. Felizmente, nestes dois jogos voltámos a sê-lo. Esta foi uma vitória difícil. Foi uma primeira parte difícil, em que sofremos golo cedo. Acabámos por melhorar e acabar a primeira parte, fazendo o golo. Fomos felizes no segundo. Na segunda parte, o Sporting, mesmo com a superioridade numérica, não baixou, não relaxou, a malta esteve ligada e manteve-se a controlar o jogo, sem nunca entrar em adormecimento, porque, mesmo com menos um, num primeiro momento, o Rio Ave podia ser perigoso” (Rui Borges). Ele reiterou a felicidade do grupo pela vitória. “O grupo está feliz, acima de tudo, porque fomos capazes de ganhar, quando estivemos a perder perante uma boa equipa. Temos de estar cientes do bom trabalho do Rio Ave, como uma boa equipa, individual e coletivamente. Os homens da frente são rápidos e fisicamente fortes, e é uma equipa taticamente muito forte. A vitória tem o acréscimo de voltarmos a ser segundos, mas temos de estar concentrados porque ainda falta uma jornada, perante uma boa equipa, que vai dificultar ao máximo a nossa tarefa” (Rui Borges).

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