O médio Daniel Bragança, uma das referências da mística leonina e capitão de equipa, encontra-se numa situação contratual delicada no Sporting. A sua renovação não é linear, com o jogador a entrar no último ano de contrato e sem conversas formais com a estrutura do clube. Apesar da sua preponderância em campo e do desejo em permanecer em Alvalade, o aspeto financeiro é um entrave, visto que o seu vencimento o coloca nos patamares inferiores da hierarquia do plantel, enquanto o jogador sente que o seu rendimento justifica uma subida salarial para os primeiros escalões do clube.
A situação contratual de Bragança ganha urgência, especialmente com as saídas iminentes de Morita e Hjulmand, e o provável empréstimo de Kochorashvili, o que deixaria o meio-campo leonino significativamente debilitado. Para Rúben Amorim, técnico do Sporting, a permanência de Bragança é fundamental, considerando-o uma referência técnica e emocional para o balneário. Contudo, para que o capitão continue em Alvalade, a SAD terá de rever a sua postura em relação à valorização salarial do jogador.
Paralelamente, o futuro de Hidemasa Morita também está em aberto. A menos de dois meses de terminar contrato com o Sporting, o médio japonês é alvo de vários clubes. O portal britânico TEAMtalk avança com a possibilidade de o FC Porto ter expressado interesse, embora o Leeds United, de Inglaterra, esteja na frente das negociações, tendo já apresentado uma proposta concreta de vínculo. Outros clubes como Aston Villa, Brighton, e emblemas da Ligue 1, Bundesliga e Serie A também acompanham a situação de Morita. Atualmente, o jogador está focado em ajudar o Sporting a conquistar o segundo lugar na I Liga e a garantir a qualificação para a Liga dos Campeões.