Comité de Ética da FPF empossado com Emanuel Macedo de Medeiros na presidência

  1. Comité de Ética da FPF empossado
  2. Emanuel Macedo de Medeiros preside
  3. Pedro Proença destaca importância
  4. José Carlos Lima, Catarina Araújo, João Paulo Almeida vogais

Mais de seis meses após o anúncio da sua criação, o Comité de Ética da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) foi oficialmente empossado, com Emanuel Macedo de Medeiros, diretor executivo da Sport Integrity Global Alliance (SIGA), a assumir a presidência. A cerimónia marca um passo importante na estratégia da FPF para promover a transparência e a boa governação no futebol nacional, um pilar fundamental no programa eleitoral do atual presidente, Pedro Proença.

Pedro Proença sublinhou a importância deste novo organismo, afirmando: “Estamos hoje a assegurar o presente para que o futuro seja de grande sucesso desportivo”. O presidente da FPF reforçou a sua crença na durabilidade do comité, que, segundo ele, visa enraizar uma cultura de integridade duradoura no quotidiano da organização. “Os temas da ética, da transparência e da boa governação são fundamentais para o presente e futuro da FPF. Estamos a trabalhar nos mecanismos de autodefesa da credibilidade do futebol português”, acrescentou Proença, evidenciando o compromisso da federação com os valores que o comité irá defender. Macedo de Medeiros será acompanhado por José Carlos Lima, Catarina Araújo e João Paulo Almeida, que desempenharão as funções de vogais.

A criação deste Comité de Ética insere-se num movimento mais abrangente de modernização institucional, que inclui a implementação de normas internacionais anticorrupção, a revisão de regulamentos internos e a criação de canais seguros para a denúncia de irregularidades. Emanuel Macedo de Medeiros explicitou o papel do comité, referindo: “A ética e a integridade no desporto são traves estruturantes de um setor que se quer reconhecido, emancipado e sustentável. Vamos coadjuvar a direção e os demais órgãos, não só nas reformas internas necessárias para garantir o standard de ouro em matéria de organização, funcionamento, cumprimento e observância das melhores práticas, mas também uma atenção especial às vulnerabilidades e desafios que todo o setor se confronta.” O comité terá como prioridades o acompanhamento das políticas de compliance e anticorrupção, o fortalecimento de uma cultura de integridade e a promoção de princípios de conduta claros para todos os intervenientes no desporto.

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