A nova geração de dirigentes do futebol português, apesar de ter sido apontada como uma força de mudança e consenso por figuras como Pedro Proença, à data presidente da Liga, parece estar a seguir os passos da anterior no que toca a picardias e confrontos verbais.
Recorde-se que há menos de um ano e meio, Pedro Proença expressava orgulho nesta nova vaga de líderes, destacando a sua capacidade de gerar consensos no futebol profissional português. No entanto, os acontecimentos recentes demonstram uma realidade diferente, com a manutenção de um ambiente de crispação. Os dirigentes em questão, representantes de Sporting e FC Porto, são de uma geração que prometeu uma abordagem distinta, mas as suas ações têm replicado as condutas que marcaram a liderança anterior, caracterizadas por polémicas e confrontos constantes.