Rui Borges, treinador cuja equipa se destaca pelo seu desempenho ofensivo e pelo calendário dinâmico, abordou recentemente questões cruciais que envolvem a disposição dos jogadores e a eficácia no ataque. O foco inicial de Borges recaiu sobre o apinhado calendário desportivo. Ele afirmou que, ao contrário das críticas provenientes do FC Porto e do Benfica, “o jogador quer é jogar. Se perguntarem aos jogadores se querem jogar de dois em dois dias, eles querem”. Esta declaração sublinha a mentalidade competitiva dos atletas e a sua disposição para enfrentar desafios.
Borges também analisou a transformação do calendário, desdramatizando a situação e afirmando que é essencial “olhar para o calendário tal como é e arranjar soluções”. Ele mencionou ainda a experiência da equipa, que já enfrentou jogos apertados sem se queixar, mudando até onze jogadores em uma só partida. A resiliência e a capacidade de adaptação são, segundo ele, fatores chave no sucesso do grupo.
Foco no Ataque
Por outro lado, a discussão sobre o ataque da equipa também se revelou central nas suas considerações. O Sporting, conforme destacou Borges, detém o melhor ataque da liga e soma 90 jogos consecutivos a marcar em Alvalade. Para ele, estes números são reflexo da grandeza da equipa: “É uma equipa grande. Somos uma equipa grande, somos os campeões nacionais, por isso é natural”. Esta afirmação não apenas reforça a confiança no potencial ofensivo da equipa, como também evidencia a responsabilidade inerente ao status de campeões.
O treinador sublinha a necessidade de um processo ofensivo robusto e da busca por melhorias contínuas. Ele acredita que a eficácia é imprescindível, afirmando que “temos de continuar nessa senda e continuar nisso”. Em maior detalhe, Borges explicita que o objetivo é “tornar o caudal ofensivo ainda mais mortífero, mais eficaz”, evidenciando a ambição de não apenas manter a qualidade, mas também cultivá-la e aprimorá-la.
Equilíbrio Essencial
Por fim, a palavra-chave no seu plano permanece o equilíbrio. Borges convida a refletir sobre a importância de se manter um equilíbrio entre a potência ofensiva e a defesa, mencionando que “temos a outra parte do equilíbrio, para não ficarmos tão expostos àquilo que serão as armas do adversário”. Esta perspectiva completa a abordagem holística que ele aplica à gestão da equipa, onde cada elemento deve trabalhar em conjunto, unindo forças tanto no ataque como na defesa.
Assim, Rui Borges reafirma a sua visão: a excelência é um objetivo contínuo, refletindo a ética de sua equipa no competitivo panorama do futebol português.