O Moreirense interpôs uma ação no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) contra o Vitória de Guimarães, reivindicando créditos relativos à transferência do treinador Rui Borges. A fonte do clube minhoto confirmou à Lusa que a ação se prende com a chegada de Rui Borges ao Vitória no início da época 2024/25, oriundo do Moreirense, numa transferência que foi comunicada como sendo a custo zero
. No entanto, o negócio com o Sporting, em dezembro de 2024, no valor de 4,1 milhões de euros, previa a repartição de verbas entre os dois clubes vimaranenses.
O presidente do Vitória de Guimarães, António Miguel Cardoso, abordou a questão em dezembro de 2024, afirmando que a transferência de Rui Borges e seus adjuntos para o Sporting envolveria uma negociação e que o valor “não será 50% para cada clube, mas será um valor aproximado”
. Com o processo arbitral agora instaurado no TAD, o Moreirense pretende assegurar uma percentagem maior do montante transferido, em detrimento do que o Vitória de Guimarães se propôs a distribuir.
A transferência de Rui Borges, que agora comanda o Sporting, para o V. Guimarães no início da época 2024/25, seguida pela sua ida para os leões
em dezembro de 2024 por 4,1 milhões de euros, gerou este diferendo. O clube de Moreira de Cónegos alega que lhe é devida uma parte mais substancial do valor da transferência, desencadeando assim o recurso ao TAD para resolver a disputa financeira entre os dois clubes.