Jonathan Buatu reflete sobre a temporada no Gil Vicente

  1. 2024/25 com desafios
  2. Três mudanças de treinador
  3. Félix Correia um destaque
  4. Orgulho em representar Angola

A temporada de 2024/25 ficará gravada na memória de Jonathan Buatu, jogador experiente do Gil Vicente, que enfrentou vários desafios, incluindo três mudanças de treinador. Em entrevista ao Desporto ao Minuto, Buatu assumiu a responsabilidade pelos resultados aquém das expectativas, mas elogiou a qualidade da equipa: “A equipa tinha qualidade, mas faltou consistência. Tivemos altos e baixos, mas não precisávamos de passar por alguma aflição, nas últimas jornadas do campeonato.”

O defesa-central referiu-se ainda às mudanças de treinador que marcaram a época, comentando que “não foi fácil, cada um tem as suas ideias, as suas características, a sua maneira de treinar” e que cada alteração exigiu uma adaptação constante por parte dos jogadores. O impacto mais notável, segundo Buatu, foi a saída do anterior treinador, Tozé Marreco: “Fiquei triste. Quando ele chegou, na época passada, deu-me a oportunidade de jogar, numa altura em que a minha confiança não era a melhor para ajudar o clube, e isso não esqueço.”

Mudanças na Equipa Técnica

Sobre a chegada de César Peixoto, Buatu afirmou que trouxe uma nova energia à equipa: “Trouxe uma nova energia, chegou num momento em que estávamos algo presos, sem confiança. Depois, crescemos e pontuámos quando era preciso, nomeadamente, nos confrontos diretos com as equipas na mesma situação que nós.”

Refletindo sobre a partida contra o Sporting, Buatu elogiou a performance da equipa apesar da derrota. O defesa central destacou: “Quando vais jogar com uma equipa com a qualidade do Sporting, sabes que tens de ter uma tática muito bem definida, e nós apresentámos um plano de jogo defensivo muito bom para aquele jogo. Tivemos uma atitude competitiva muito boa e as pessoas esquecem que não tínhamos a nossa situação resolvida.”

Destaques da Temporada

Os jogadores que mais se destacaram, segundo Buatu, incluem Félix Correia, que recebeu rasgados elogios: “Félix Correia é taticamente muito forte, é dos melhores com que já joguei nesse aspeto, apesar da sua idade. É forte tecnicamente e está preparado para dar o salto, tem a maturidade para entrar em qualquer plantel dos 'grandes.'”

Buatu também comentou sobre a possibilidade de Correia se transferir para o Benfica, afirmando: “Acho que é um tipo de jogadores que o clube gosta, é bom com bola, inteligente, sabe definir os momentos do passe, tem bom remate. Seria um bom jogador para o Benfica.”

Reflexões sobre o Futebol Angolano

Além de discutir a carreira no Gil Vicente, Buatu olhou para o futuro, comentando sobre a sua experiência na liga e a evolução do futebol angolano. “Na Bélgica e na França, o futebol é mais físico. Em Inglaterra, a intensidade do jogo é espetacular. A I Liga é mais tranquila, com maior aposta no nível tático e técnico.”

Para o internacional angolano, representar a seleção de Angola é um orgulho: “Temos essa pressão de representar o povo, que assumo com prazer. Atualmente, estamos na corrida para o Mundial e o desafio é não baixar do patamar em que estamos.”

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