Infância e Inspiração
Alberto Costa, lateral do FC Porto, compartilha uma história emocional sobre sua infância e o ídolo que o inspirou a entrar no mundo do futebol. “O meu jogador favorito era o Guarín, até somos parecidos. Quando estava no Tirsense, eu disse que queria “F. Guarín” na camisola. Mas à noite, o treinador ligou ao meu pai e ele disse para pôr “Alberto”. Só soube no dia seguinte”, revelou o jogador de 22 anos, que recentemente reforçou o seu clube do coração após passagens por Vitória de Guimarães e Juventus.
Natural de Santo Tirso, Alberto iniciou sua trajetória no Tirsense, onde desde cedo alimentou uma paixão pelo FC Porto. Apesar de ter representado o Vitória de Guimarães até 2025, ele nunca deixou de apoiar os dragões. “Continuei a ser adepto do FC Porto, é difícil separar. Mas ganhei um amor muito grande pelo Vitória. Nas épocas em Guimarães nunca joguei contra o FC Porto. Ser campeão no clube do coração é um sonho”, expressou, revelando sua dualidade de sentimentos pelo clube que o formou e pelo que agora defende.
Transição e Conquistas
A mudança brusca para a Juventus e a subsequente contratação pelo FC Porto foram pontos altos na sua carreira. Ele recorda: “A mudança para a Juventus aconteceu muito rápido. Foi um misto de emoções, mas senti que seria a melhor escolha. Dei um grande salto, mas o sonho de jogar pelo clube do coração não desapareceu.” Após três assistências em 14 jogos pela Juventus, Alberto voltou a Portugal por 15 milhões de euros, realizando um sonho antigo.
Durante a sua jornada, ele também recebeu palavras de incentivo de Danilo, um veterano conhecedor dos altos e baixos do futebol, que disse: “Coincidimos poucos meses na Juventus, mas percebi que o Alberto é um miúdo com qualidade. Fiquei muito feliz por vê-lo no FC Porto, porque tem muita vontade de vencer. Espero que ele continue a crescer.”
Momentos Especial
Encerrando a conversa, Alberto relembrou um momento especial: “O Danilo visitou-nos e juntei-me ao Francisco Conceição e ao Alex Sandro para uma fotografia. Até comentei que era o único que não jogou no FC Porto. Nem um mês depois estava a assinar.” Esta conexão entre passado e presente, entre ídolos e inspirações, marca a trajetória de Alberto Costa, um jovem talento na ascensão.