André Villas-Boas tem vindo a expressar a sua indignação em relação ao tratamento dado ao FC Porto, especialmente em face das recentes controvérsias que cercam a equipa. “Fora do campo, o FC Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas, que tantas vezes se afastam da isenção, do rigor e da deontologia que devem orientar quem informa, interpreta e comenta o fenómeno desportivo.”
É um clamor constante por justiça e pelo reconhecimento da dignidade do clube.
No contexto atual, onde o FC Porto se vê envolvido em diversas polémicas e críticas, Villas-Boas não hesita em apontar o dedo. Ele afirma que frases como: “Aquela reação do Francisco Moura quando viu que era pénalti vale...”
e “Se calhar Francisco Moura também quer ser apanha-bolas”
ilustram um ambiente de desrespeito e falta de cultura no desporto português. A sua mensagem é clara: a luta não é apenas no campo, mas também fora dele, onde é necessário defender a honra e a dignidade do clube.
Além disso, o presidente dos dragões discorre sobre como estas questões impactam não apenas o FC Porto, mas o próprio desporto em Portugal. Ele critica a hipocrisia reinante e a falta de civismo que permeia algumas interações entre clubes e o seu entorno. “E é precisamente por termos consciência desta dimensão que o FC Porto não se cala, preferindo apontar o dedo e expor os oportunistas, os falsos moralistas, os hipócritas e as suas agendas mediaticamente 'sponsorizadas.”
Frases como estas não são apenas um desabafo, mas um chamado à unidade e à responsabilidade no futebol.