Estádio do Dragão: Obras de requalificação e a visão do FC Porto para o futuro

  1. Segunda fase das obras arranca após época 2025/26.
  2. João Borges: "Timing desta renovação foi absolutamente crítico."
  3. Parceria com a Ithaka impulsiona transformação.
  4. Expansão de 4 para 9 conceitos de hospitalidade.

As obras de requalificação do Estádio do Dragão, focadas na modernização das infraestruturas e na melhoria da experiência dos adeptos, tiveram a sua primeira fase concluída na pré-temporada transata. Agora, o FC Porto prepara-se para a segunda fase, que arrancará após o encerramento da época desportiva 2025/26, com o objetivo de alinhar o estádio com as exigências dos grandes eventos internacionais, como o Campeonato do Mundo de 2030, e de garantir a sustentabilidade financeira do clube a longo prazo.

João Borges, vice-presidente do FC Porto, sublinhou a importância desta intervenção. “O timing desta renovação foi absolutamente crítico. Nos últimos anos, a indústria do futebol mudou de forma significativa. As receitas de match day, especialmente as da hospitalidade premium e de food and beverage, tornaram-se um fator decisivo para a estabilidade financeira dos clubes. No FC Porto, a experiência do estádio sempre foi muito forte, mas a infraestrutura já não estava completamente alinhada com as expectativas, nem com o potencial comercial que sabemos que temos”, afirmou o dirigente, em declarações aos meios do clube. Este desalinhamento era uma preocupação, e a parceria com a Ithaka surgiu como uma solução estratégica para impulsionar a transformação.

Borges detalhou ainda as razões para esta parceria e os seus frutos. “Estávamos a chegar a um ponto em que o ambiente em dia de jogo precisava de evoluir para acompanhar outros grandes clubes europeus, possibilitando a entrega de mais e melhores experiências aos nossos sócios e adeptos. Ao mesmo tempo, surgiu a oportunidade de nos associarmos à Ithaka, um momento que não podíamos deixar passar. Esta combinação permitiu-nos melhorar o estádio, reforçando receitas recorrentes, trazendo resiliência financeira e garantindo que o nosso futuro estará assegurado para as próximas décadas”, acrescentou o vice-presidente. A reestruturação inclui a expansão de quatro para nove conceitos de hospitalidade dentro do programa FC Porto Premium Experiences e a criação de bares autónomos com tecnologia AiFi, que prometem uma experiência sem filas. Estudos para a substituição da cobertura também já foram iniciados, e a Loja do Associado será relocalizada para o Museu, garantindo um espaço mais amplo e moderno para os sócios. Paralelamente, a aposta na transformação digital continuará com o lançamento de uma App Hospitality e, futuramente, uma Super App que centralizará o universo portista. O clube garante que os sócios anuais não serão afetados e serão sempre informados sobre o progresso das obras.

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