O FC Porto lançou esta segunda-feira o seu quarto equipamento para a presente época, num tributo à memorável campanha de 2010/11 que culminou com a conquista da Liga Europa em Dublin. Nesta época, os dragões utilizavam uma camisola semelhante, como se pode ver na fotogaleria acima. Os azuis e brancos descrevem: “Partindo do raio, elemento definidor das riscas do equipamento principal dessa temporada - aquele que foi usado na final do Aviva Stadium - nasce uma nova camisola alternativa, que é a inversão do segundo equipamento de 2011, utilizado, por exemplo, na inesquecível vitória em Viena, num jogo disputado sob um manto de neve.”
Silvestre Varela, um dos jogadores em destaque naquela caminhada histórica, recorda: “Aquilo foi memorável, e está, justamente, na história como uma das melhores de sempre do FC Porto. Todos os adeptos ainda partilham muitas vezes comigo histórias de jogos desta caminhada, histórias de Dublin, da envolvência na cidade, do jogo... Muitas memórias que também são minhas e que esta camisola me faz recordar.” Estas palavras revelam a forte conexão emocional que os jogadores e adeptos têm com a história e as conquistas do clube.
Contribuições na Liga Europa
No que diz respeito a outras equipas, Ricardo Horta encerrou a fase regular da Liga Europa como um dos reis das assistências, alcançando este feito com bastante distinção. O capitão do Sp. Braga terminou esta fase com quatro passes para golo, surgindo no topo da lista em igualdade com o ex-Benfica Zivkovic (PAOK), Undav (Estugarda) e Saragoça (Celta de Vigo). “O criativo dos minhotos foi o jogador com mais tempo de jogo, somando um total de 651 minutos de ação e participando nos oito encontros disputados.”
A presença de Horta nesta lista demonstra o impacto significativo que a sua performance teve na campanha do Braga. Além disso, Pepê, do FC Porto, também fez dois passes para golo e foi o melhor dos dragões neste capítulo, mostrando que, mesmo com a nova camisola a ser lançada, o foco no desempenho em campo continua a ser essencial.