O mercado de inverno em Portugal encerrou com movimentos distintos entre os três grandes clubes: Benfica, Sporting e FC Porto. Enquanto o Benfica optou por reforços imediatos para colmatar problemas urgentes, o Sporting e o FC Porto concentraram-se em estratégias a longo prazo. O Sporting e o FC Porto, cada um com duas contratações, demonstraram uma abordagem mais planeada, enquanto o Benfica apostou no regresso de Rafa para compensar a lesão de Lukebakio e fortalecer o ataque.
O Benfica, com questões prementes no plantel, contratou o flanqueador Sidny Lopes Cabral e readmitiu Rafa, que estava lesionado desde novembro. Estas adições visam suprir falhas identificadas pelo treinador, especialmente na velocidade e finalização. Contudo, a opção do Benfica contrasta com a política mais estratégica adoptada pelos rivais.
Por outro lado, o Sporting e o FC Porto evidenciaram coerência nas suas políticas desportivas, reforçando-se com jogadores pensados para as próximas temporadas. O Braga também seguiu esta linha, privilegiando o futuro em detrimento de soluções imediatas.
Em síntese, o mercado de inverno sublinhou as diferenças nas estratégias dos clubes portugueses, com o Benfica a optar por soluções pontuais e os rivais a pensar mais adiante.