Morte de Pinto da Costa ofuscada pela reação dos rivais

  1. Silêncio ensurdecedor dos rivais durante velório
  2. Postura "(vergonhosa)" dos clubes rivais
  3. Imprensa e redes sociais "exploraram ao máximo" o tema
  4. Reação do FC Porto foi "desnecessária"
  5. Rivalidade no futebol português é "nada saudável"

A morte de Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto durante décadas, deveria ter sido um momento de luto e respeito por parte de todos os clubes portugueses. No entanto, a reação de Benfica e Sporting acabou por ofuscar a despedida do histórico dirigente.

Segundo relatos, o "silêncio ensurdecedor" dos rivais do FC Porto durante o velório de Pinto da Costa chegou a ter quase a mesma relevância mediática que o próprio evento. A "(vergonhosa) postura institucional" dos clubes rivais, nas palavras do colunista Bruno Andrade, acabou por atrapalhar aqueles que queriam prestar a última homenagem ao antigo presidente portista.

A imprensa e as redes sociais, por sua vez, decidiram "explorar ao máximo qualquer personagem envolvida no tema", transformando um momento de dor e reflexão numa "prioritária discussão". O "sensacionalismo" tomou conta de um período que deveria ter sido de luto.

Consequentemente, o FC Porto também acabou por reagir de forma "desnecessária", alimentando com "duras críticas" uma atitude que, na opinião do articulista, deveria ter sido simplesmente ignorada e colocada na "sua merecida insignificância".

Andrade conclui que este episódio reflete a forma como a rivalidade no futebol português continua a ser "nada saudável", impedindo mesmo que o luto alheio consiga um "momentâneo basta" nesse cenário.

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