Famalicão vence Nacional: reações dos treinadores

  1. Famalicão venceu o Nacional por 1-0.
  2. Hugo Oliveira considerou a vitória justa.
  3. Nacional soma oito jogos sem vencer.
  4. Famalicão está há 14 jogos sem sofrer golos.

Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, considerou justa a vitória da sua equipa frente ao Nacional (1-0), em jogo a contar para a 27.ª jornada do campeonato. O técnico famalicense destacou a competitividade da Liga e a forma como o jogo foi decidido nos detalhes. “Foi o jogo que esperávamos, sabíamos que seria competitivo e que seria decidido nos detalhes. Jogos custam muito para ganhar, ganhar é difícil nesta liga, que é muito competitiva. Cada um luta por objetivos e por três pontos e o Nacional é uma equipa competente, bem orientada e perigosa de jogar”, afirmou Hugo Oliveira.

O treinador do Famalicão acrescentou: “Sabíamos que desde o início queriam tornar o jogo lento, em que tentássemos passar por espaços que queriam roubar para depois terem saídas perigosas e criarem coisas. Na primeira parte nem sempre tivemos paz para tomar boas decisões, mas criámos. Na segunda parte estivemos melhores, encontrámos os nossos caminhos e fizemos o golo. Depois de o fazer, manejámos o jogo, tivemos a tranquilidade para levar o jogo até ao fim para uma vitória dura, mas justa. Três pontos importantes.”

Questionado sobre as aspirações europeias e o pedido dos adeptos, Hugo Oliveira reiterou a postura de honestidade e o objetivo de lutar em cada partida. “A honestidade obriga-me a dizer que esta forma de estar para ganhar todos os jogos faz com que o objetivo seja ganhar. Uma equipa que trabalha muito para ganhar todos os jogos, acredito que no final trará coisas de bom. Falámos que o objetivo era fazer melhor, estamos a caminhar para isso, mas o objetivo deste clube é criar uma simbiose muito forte entre a equipa, os jogadores e dar alegria aos adeptos. Alegria não é só com a vitória, mas sentir identificação entre equipas e adeptos. Lutar por cada lance, por cada momento para depois ganhar. Depois, ajudar jovens jogadores a crescer nesta tensão emocional de um jogo que é de risco, corajoso e sentiu-se que têm de crescer nesse sentido para dar passos importantes na sua carreira”, explicou o técnico.

O treinador do Famalicão também realçou a importância da solidez defensiva que a sua equipa tem demonstrado. “É o 14.º jogo sem sofrer. Para uma equipa como nós é importante e de valorizar. Somos uma equipa ofensiva, a média é mais alta que 50%, queremos ter a bola e queremos recuperar rápido. Essa fome de ter bola faz com que defendamos bem. Como temos bola mais tempo, temos que estar bem posicionados, estes rapazes têm vindo a evoluir, ofensivamente é mais difícil para o adversário criar-nos problemas. É importante não sofrer, marcar sempre e a verdade é que temos ganho constantemente. Temos feito golos, mais uma vez uma vitória onde caminhámos com essa baliza a zero. É importante e é o trabalho de todos”, frisou Hugo Oliveira.

Do lado do Nacional, Tiago Margarido, apesar da derrota, considerou que a sua equipa fez um jogo competente, mas lamentou a ineficácia na finalização. “Penso que fizemos um jogo competente, dividimos o jogo com uma excelente equipa, bem trabalhada e que está a lutar por outros objetivos. Foi um jogo equilibrado, tivemos oportunidades para fazer e infelizmente não conseguimos concretizar. A verdade é que, numa das oportunidades que eles tiveram, através de uma desatenção nossa, conseguiram marcar. Foi um jogo super equilibrado, o detalhe fez a diferença, mas a nossa equipa foi competente e a verdade é que tivemos oportunidades e não marcámos”, analisou Tiago Margarido.

O treinador do Nacional, mesmo com a sequência de oito jogos sem vencer, mostrou-se com esperança no futuro da equipa. “Depois de termos dividido o jogo com o Porto, de dividir o jogo com o Sporting, com o Sc. Braga e com o Famalicão, obviamente que sim”, declarou Margarido. Ele também abordou as dificuldades na preparação do jogo devido a várias ausências, incluindo a de Veron. “Foi um jogo super difícil de preparar porque temos nove ausências. O Veron sentiu um desconforto na coxa e agudizou este problema. Tivemos de reajustar, uma vez que o Gabriel é um pé dominante a jogar à esquerda e tivemos de colocar o Daniel, que é um pé contrário e isso não foi treinado. A verdade é que o Daniel fez um bom jogo, mas, mesmo assim, fomos competitivos, dividimos o jogo e não há nada a apontar aos jogadores”, concluiu Tiago Margarido.

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