Pizzi anuncia o fim da carreira aos 36 anos

  1. Pizzi anuncia fim da carreira
  2. 36 anos
  3. Dores na anca há 6 anos
  4. Último jogo contra o Benfica

O futebol português despede-se de uma das figuras mais carismáticas dos últimos anos. Pizzi, o médio luso que encantou os adeptos de vários clubes, anunciou esta segunda-feira o final da sua carreira de futebolista profissional aos 36 anos, deixando uma mensagem emocionante nas redes sociais a explicar as razões da sua decisão. As dores na anca, que o acompanham há seis anos, foram a principal causa para a retirada dos relvados.

Pizzi detalhou a dificuldade da sua decisão, afirmando: “Estou aqui, hoje, para comunicar que me vou retirar como jogador profissional de futebol. Não foi uma decisão fácil. Foi, talvez, a mais difícil da minha carreira. Infelizmente, há seis anos que jogo com dores intensas na anca, e, apesar de ter feito vários tratamentos, esta é uma condição que me impede de ser o Pizzi que todos conheceram”. O jogador sublinhou o seu empenho: “Ainda assim, estive sempre disponível para ajudar todos os clubes por onde passei. Dei o máximo de mim em cada treino, em cada jogo, em todos os momentos”.

O adeus aos relvados terá um sabor especial para Pizzi, que fará o seu último jogo contra o Benfica, clube onde viveu os seus anos de maior glória. O médio partilhou a emoção deste momento: “O meu último jogo será contra o Benfica e conto com o vosso apoio uma última vez, neste jogo que tem um significado tão especial para mim. Despeço-me dos relvados, mas não do futebol, porque o futebol continuará sempre a fazer parte da minha vida”. Pizzi concluiu a sua mensagem com um sentimento de gratidão: “Hoje sento-me aqui com o coração apertado, mas com um enorme sentimento de gratidão. Quero agradecer a todas as pessoas que se cruzaram comigo ao longo destes 18 anos de carreira. A todos os companheiros de equipa, aos treinadores que me guiaram e a todo o staff que me fez sempre sentir em casa”. O jogador também refletiu sobre a sua jornada: “Olho para trás e sinto-me um privilegiado por ter vivido momentos e sonhos que um dia pareciam impossíveis; por ter transformado esforços em conquistas e sacrifícios em momentos inesquecíveis. Por ter sentido o arrepio único de entrar em campo e ouvir um estádio inteiro a vibrar. A emoção de ouvir o hino e representar um clube ao peito. Por cada conquista levantada com orgulho. Por cada número alcançado que ficará para a história. Tudo isto fez parte do meu caminho. Mas o que levo verdadeiramente comigo são as pessoas, as amizades e as memórias que o futebol me deu para a vida.”

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