Prestianni nega acusações de racismo e lamenta suspensão pela UEFA

  1. Prestianni nega veementemente ser racista.
  2. Sofreu suspensão de um jogo da UEFA.
  3. Agradece apoio da equipa e staff técnico do Benfica.
  4. Preocupou-se com o impacto na família. sua família. família.

Gianluca Prestianni, jogador argentino do Benfica, pronunciou-se finalmente sobre as acusações de racismo que surgiram após o jogo da Liga dos Campeões contra o Real Madrid, que o opôs a Vinícius Júnior. O extremo encarnado negou veementemente ser racista, destacando o impacto que tais alegações tiveram na sua vida pessoal. “Chamaram-me racista quando eu nunca fui e nunca serei”, garantiu Prestianni, em entrevista à televisão argentina Telefe. O jovem jogador sublinhou a dor de ser injustamente acusado: “O que doeu foi ser acusado de algo que nunca fiz; isso foi o que mais me magoou. Estou muito tranquilo porque todos que me conhecem sabem o tipo de pessoa que sou, e isso basta para mim.”

A controvérsia intensificou-se após o incidente com Vinícius Júnior, onde o brasileiro acusou Prestianni de proferir insultos racistas. O argentino, contudo, esclareceu o seu ponto de vista sobre a linguagem utilizada no futebol, em particular na Argentina, onde cresceu. “Eu ouvi, e para os argentinos, isso é um insulto normal”, afirmou Prestianni, referindo-se à palavra mono [macaco]. O jogador ainda complementou que “Para nós, argentinos, é um insulto normal dizer 'cagón' [cobarde, em português] ou 'maricón [maricas]'”, admitindo ter usado expressões semelhantes, mas nunca a que lhe foi imputada. O jogador foi castigado preventivamente pela UEFA com um jogo de suspensão, algo que lamenta: “Custou-me muito não jogar o segundo jogo. Castigaram-me por algo que não disse”.

Prestianni fez questão de enfatizar o apoio recebido da estrutura benfiquista durante este período conturbado. “A equipa, o staff técnico… Todos me apoiaram. Por isso, estava muito tranquilo”, referiu, agradecendo sinceramente ao clube: “Estou muito agradecido ao clube, por ter acreditado em mim e me ter apoiado, e aos meus companheiros também. Isso, para mim, é muito mais importante do que vir fazer publicações para as redes sociais”. O argentino também abordou o impacto das acusações na sua família, revelando o seu receio: “Pensei na minha mãe, no meu pai e nos meus avós a terem que ouvir tantas coisas que eu não sou”. O atleta assegurou aos colegas que “Falei com eles para esclarecer as coisas, porque se falava muito cá fora e os meus colegas podiam ficar confusos ou sentir-se afetados. Eu tenho colegas da mesma etnia de Vinicius Júnior e nunca aconteceu nada com eles. Pelo contrário”. Finalmente, reforçou que “Não sou racista, nunca fui e jamais serei.” Prestianni continua a sua carreira, procurando deixar para trás este episódio e focar-se no futuro, apesar de ter sido “Punido sem provas, mas já passou”.

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