Trubin recorda golo único e a ironia de ser lembrado por ele

  1. Trubin marcou golo crucial contra o Real Madrid.
  2. Guarda-redes lamenta ser lembrado pelo golo em vez de defesas.
  3. Benfica empatou com Tondela após vitória europeia.
  4. Ucrânia perto de voltar ao Mundial após 20 anos.

O guarda-redes do Benfica, Anatoliy Trubin, recordou o momento ímpar em que subiu à área adversária para marcar o golo que qualifica as águias para os play-offs da Liga dos Campeões, diante do Real Madrid. O internacional ucraniano descreveu a jogada como algo único e improvável que se repita nos próximos 100 anos, salientando a pressão e a necessidade de um golo para a equipa.

“Foi algo único. No mundo talvez não volte a acontecer um momento assim nos próximos 100 anos — foi na Liga dos Campeões, diante do Real Madrid, e precisávamos de um golo para nos qualificarmos... não era para empatar. Quando marquei, simplesmente corri”, afirmou Trubin, em declarações ao programa Trendets, no YouTube. O guardião admitiu a ironia de ficar conhecido por um golo em detrimento das suas defesas, tendo em conta que treina para defender desde os seis anos. “Ele (Mourinho) disse-me para ir. Eu nem sabia que precisávamos de mais um golo, porque estávamos a vencer. Aquele momento gerou enorme mediatismo. Trabalhas desde os seis anos para defender, e de repente és lembrado por um golo e não pelas defesas, que ironia”, acrescentou.

Apesar da euforia da vitória europeia, Trubin confessou que a equipa teve uma quebra de rendimento logo na jornada seguinte, tendo empatado a zero bolas com o Tondela, uma equipa que ocupava as últimas posições da tabela classificativa. “Dois ou três dias depois tivemos outro jogo. Na quarta-feira vences o Real Madrid e, no domingo, empatas 0-0 com o Tondela, uma equipa do fundo da classificação. Imediatamente caímos no chão”, frisou o guarda-redes, que se prepara agora para representar a Ucrânia no play-off de apuramento para o Mundial 2026 contra a Suécia.

Trubin também abordou a importância de poder participar no Campeonato do Mundo, algo que a Ucrânia não consegue há cerca de 20 anos. “Fico muito feliz por existir essa oportunidade, porque temos a possibilidade de jogar o Mundial. Há cerca de 20 anos não conseguimos. Então é realmente único para o país. O Mundial é de quatro em quatro anos e na minha carreira não teria muitas oportunidades de jogar. Vejo como algo muito positivo, mas por outro lado é uma grande responsabilidade. Tudo será decidido agora por isso há muita coisa em jogo”, concluiu o jogador.

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