Bruno Lage adapta Benfica com flexibilidade táctica

  1. Lage reconhecido pela flexibilidade táctica
  2. Dificuldades em gerir o jogo contra o Mónaco
  3. «Os jogadores não conseguiam dar três passes seguidos»

Bruno Lage é reconhecido pela sua flexibilidade táctica, algo que por vezes o leva a condicionar a identidade própria da sua equipa, especialmente em jogos europeus. No entanto, esse é também um dos seus maiores trunfos, pois permite-lhe ajustar a equipa consoante os adversários e as necessidades que vão surgindo.

Após a derrota frente ao Mónaco, em que o Benfica demonstrou dificuldades em gerir o jogo, Lage assumiu a responsabilidade de tentar resolver esse e outros problemas da sua equipa. Na polémica conversa de balneário, o treinador lamentou que «os jogadores não conseguiam dar três passes seguidos», reconhecendo que essa era uma falha sua e não apenas dos atletas.

Evolução tática na vitória sobre o Boavista


Na vitória sobre o Boavista, que colocou o Benfica na liderança da Liga, a equipa de Lage deu sinais positivos de evolução. A expulsão de Reisinho precipitou aquilo que Vaclik adiava, com as águias a mostrarem melhorias evidentes. A construção a três aumentou a influência de Carreras, que estabeleceu uma linha de comunicação eficaz com o reforço de inverno Dahl.

Com Leandro Sántos, Amdouni e Bruma a procurarem fazer a diferença por dentro, o Benfica ganhou mais jogo interior, ainda que tenha sacrificado alguma capacidade de ataque em profundidade, até à entrada de Pavlidis, que marcou.

Versatilidade imprimida por Lage


Belotti, que abriu caminho para o triunfo, mostrou capacidade associativa e acutilância na área, evidenciando a versatilidade que Lage tem conseguido imprimir à sua equipa. O treinador sabe que este é um processo embrionário e que a equipa precisa de continuar a evoluir dentro das novas dinâmicas, mas a base é promissora.

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