Dez detenções na final da Taça de Portugal entre Sporting e Torreense

  1. Dez pessoas detidas, sete por resistência e coação
  2. 26 cidadãos intercetados por posse de pirotecnia
  3. Torreense venceu Sporting por 2-1 no prolongamento
  4. Golo decisivo de Stopira aos 113 minutos

Dez pessoas foram detidas no domingo, durante e após a final da Taça de Portugal entre Sporting e Torreense, nas imediações do Estádio Nacional. A informação foi divulgada esta segunda-feira pela Polícia de Segurança Pública (PSP) em comunicado. Sete das detenções foram por resistência e coação sobre agentes policiais, enquanto as restantes três estiveram relacionadas com especulação, injúrias à PSP e arremesso de objetos contra os polícias.

Além das detenções, 26 cidadãos foram intercetados, identificados e conduzidos à esquadra por posse ou deflagração de artigos de pirotecnia. Outras cinco pessoas foram afastadas do recinto desportivo por estarem sob a influência do álcool ou por não possuírem bilhete válido para o evento. Apesar destes incidentes, a PSP destacou o “ambiente de tranquilidade e sã convivência” durante o evento desportivo, atribuindo o sucesso a “comportamentos responsáveis e um espírito de fair-play generalizado”, o que permitiu que a “festa do futebol fosse vivida em segurança e sem registo de perturbações relevantes da ordem pública”.

A final da Taça de Portugal consagrou o Torreense como a primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a prova rainha em Portugal, ao vencer o Sporting, detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento. O golo decisivo foi marcado por Stopira, de penálti, aos 113 minutos, numa jogada que resultou na expulsão de Maxi Araújo do Sporting. No tempo regulamentar, o empate a 1-1 foi estabelecido pelos golos de Kevin Zohi para o Torreense e Luis Suárez para o Sporting. Esta foi a segunda presença do Torreense na final da Taça de Portugal, tendo a primeira sido em 1955/56, resultando numa derrota por 2-0 frente ao FC Porto.

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