A final da Taça de Portugal aproxima-se e, em Alcochete, as atenções dividem-se entre a preparação para o jogo e as notícias de mercado. Maxi Araújo, avançado uruguaio, gerou burburinho não só pelo seu novo e arrojado visual nos treinos, que Geovany Quenda documentou nas redes sociais, como também pelo interesse de grandes clubes europeus.
A possível saída de jogadores importantes é um tema que o treinador Rui Borges abordou em conferência de imprensa, expressando um misto de felicidade e resignação. “Eu gostava de ter todos, gostava que o Morita e o Quenda não fossem embora. Fico feliz por vê-los ligados a grandes clubes, não só o Hjulmand como o Francisco e o Maxi. É sinal de valorização ao longo de toda a época. Faz parte do futebol. Não mexe em nada, eu gosto muito de todos eles e não gostava de perder nenhum, mas sou muito frio nesse aspeto. Para saírem uns têm de entrar outros. Estamos num grande clube e, com toda a certeza, os jogadores passam, os treinadores passam e o Sporting será sempre o Sporting. Estou muito focado no jogo de amanhã. Depois, descansar, que preciso, e depois analisaremos o mercado. Os jogadores têm cláusulas e é muito dentro dessas perspetivas”, afirmou Borges, ressaltando a valorização dos seus atletas no mercado.
O técnico leonino também refletiu sobre as chamadas às seleções nacionais, lamentando algumas ausências. “Fico feliz pelos jogadores que vão às seleções, mas triste por queria que estivesse mais gente. O Pote merecia, o Eduardo Quaresma se calhar também é um caso para ter em claro olho para o futuro da Seleção. E outros, o Mangas numa fase inicial também apareceu muito bem”, concluiu.