Sporting anula Arsenal de Unai Emery com estratégia tática no Emirates

  1. Sporting defrontou Arsenal de Unai Emery
  2. Estratégia focou-se em anular meio-campo
  3. Miguel Luís foi crucial taticamente
  4. Coates e Mathieu garantiram solidez defensiva

Numa altura de alguma instabilidade no clube, e perante um adversário de nomeada na Europa, o Sporting deparou-se com o desafio de defrontar o Arsenal de Unai Emery, que anteriormente já havia vencido por 1-0 em Lisboa. Perante este cenário, a estratégia para a partida no Emirates foi meticulosamente pensada para garantir um resultado positivo.

A preparação para o embate em Londres focou-se na união do grupo e na estratégia montada. Segundo revelado, “Na altura foi a ajuda dos capitães a unir o grupo e para que a estratégia que eu montei para parar o Arsenal do Unai Emery, que jogava duma forma muito criativa, com um ataque posicional muito forte. Foi importante que tivéssemos conseguido que eles não criassem um quadrado no meio-campo, que era claramente o ponto forte daquela equipa com jogadores como Guendouzi ou Aaron Ramsey e na frente tinham o Aubameyang ou o Welbeck. A estratégia foi montada da melhor forma porque condicionámos muito o futebol do Arsenal, ocupando muito os espaços interiores e obrigando-os a jogar para futebolistas dos espaços exteriores, que não eram tão fortes e quando a bola chegavam a esses jogadores condicionávamo-los muitos. Foi por isso que lancei o Miguel Luís, que era um jogador taticamente muito forte e cumpriu perfeitamente a estratégia para o jogo, desmontando, também o quadrado central com o Montero, o Bruno Fernandes, o Miguel Luís e o Gudejl. Jogávamos quatro para quatro no meio. Assim, os centrais eram obrigados a construir e batiam muitas bolas longas e com o Coates e o Mathieu lá atrás estávamos tranquilos nas bolas longas.”

A implementação da estratégia passava por condicionar o jogo do Arsenal, ocupando os espaços interiores e forçando-os a atuar pelas alas. A aposta num jogador taticamente forte como Miguel Luís foi crucial para desmantelar o bloco central adversário, permitindo que o quarteto leonino no meio-campo controlasse as ações. A solidez defensiva, com Coates e Mathieu a garantirem tranquilidade nas bolas longas, complementou a abordagem tática que neutralizou a criatividade do Arsenal de Unai Emery.

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