Futebol profissional português contribui com 956 ME para o PIB

  1. Contributo de 956 ME para o PIB em 2024/25
  2. Aumento de 44% no PIB em relação a 2023/24
  3. Recorde de 288 ME pagos em impostos ao Estado
  4. Aumento de 39% nos postos de trabalho

Impacto Económico do Futebol Profissional Português

O futebol profissional português registou na época 2024/25 um contributo de 956 milhões de euros (ME) para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional, um aumento expressivo de 44% em comparação com os 662 ME do período anterior (2023/24). Este valor representa 0,32% da riqueza nacional, evidenciando a crescente importância do setor na economia do país. A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) revelou estes dados no seu anuário, destacando também o recorde de 288 ME pagos em impostos ao Estado, um acréscimo de 7,5% em relação aos 268 ME de 2023/24.

As 34 sociedades desportivas dos dois escalões profissionais (18 da I Liga e 16 da II Liga, excluindo as equipas B de Benfica e FC Porto) justificam este crescimento com o aumento das receitas e do saldo de transferências. A I Liga, por si só, enfrentou uma carga fiscal de 262 ME, refletindo um aumento de 10% face a duas épocas anteriores. Os salários dos jogadores, que totalizaram 303 ME (contra 294 ME em 2023/24), contribuíram significativamente para os impostos, com 155,6 ME em IRS e 46,9 ME em Segurança Social. Outros impostos incluem 68,6 ME em IVA e 3,8 ME em IRC.

Crescimento e Contribuição do Setor

O anuário da LPFP também aponta para um novo recorde de postos de trabalho no setor, com um aumento de 39% de 4.436 para 6.163, dos quais 4.843 estão ligados à I Liga, incluindo jogadores (1.058), treinadores (451) e funcionários (3.334). As receitas da I Liga atingiram 1.059 ME, superando os 1.024 ME de 2023/24, impulsionadas pela transação e cedência de atletas (374 ME), direitos de transmissão televisiva (189 ME) e participação em competições (206 ME).

A presença de Sporting, Benfica, FC Porto, Sporting de Braga e Vitória de Guimarães em competições internacionais gerou prémios de 203 ME. O setor também viu o total de ativos chegar a 2.015 ME e as receitas a 1.133 ME, com um passivo de 1.937 ME e gastos de 1.122 ME.

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