Roberto Martínez analisa empate de Portugal com o México e elogia profundidade do plantel

  1. Roberto Martínez elogiou a competitividade do jogo
  2. Sete substituições demonstram profundidade do plantel
  3. Vitinha é uma referência para a equipa
  4. Paulinho é um jogador muito inteligente

O selecionador nacional, Roberto Martínez, fez uma análise detalhada após o confronto entre México e Portugal, que terminou sem golos. O técnico português elogiou a competitividade do jogo, apesar da ausência de golos, e destacou a capacidade da equipa em manter a sua identidade tática mesmo com várias alterações na formação.

“Foi um jogo taticamente exigente para as duas equipas. Do nosso ponto de vista, é muito interessante ver se uma equipa que faz sete substituições ao intervalo consegue manter a mesma ideia. E isso é o que me deixa mais satisfeito. Temos sete jogadores que não estão cá, mas outros 17 que puderam mostrar o que queremos”, afirmou Martínez, sublinhando a profundidade do plantel e a resposta positiva dos jogadores em campo. O selecionador fez questão de agradecer a calorosa receção no México, afirmando que “Primeiro, queria agradecer ao povo mexicano pela fantástica receção que nos proporcionou, foram dias fantásticos. De Portugal agradecemos esse apoio e esse carinho.”

Martínez também destacou o desempenho individual de Vitinha. “O Vitinha é um jogador de nível excelente. Sabe ter bola, sabe defender o jogo com bola e levar o jogo para onde precisamos. Hoje queríamos perceber se conseguíamos ver Portugal a controlar o jogo sem o Vitinha. Fiquei satisfeito, mas sim, é uma referência para nós”, explicou. O treinador abordou ainda a exigência do adversário, o México, enaltecendo a sua organização tática. “Respeitamos muito [o México] e damos muito mérito ao que o mister Aguirre fez com a seleção. Estão sempre muito bem organizados, são muito competitivos e é uma seleção que joga como um clube. Demorámos 20 minutos a encontrar as nossas linhas de passe, os nossos espaços. Passaram cinco meses desde novembro, desde o nosso último jogo. Mas foi um jogo muito competitivo, muito bom taticamente. Talvez não tão bom para os adeptos porque não houve golos, mas taticamente vamos tirar muitas conclusões”.

O selecionador concluiu com elogios a Paulinho, reconhecendo o seu valor para a seleção. “Não me surpreende o que pode dar à seleção, mas sim a rapidez com que entendeu o grupo. Entrou muito bem no balneário e é um jogador que ficaria bem em qualquer seleção do mundo. O problema é que, aqui, tem à sua frente talvez o melhor jogador de todos os tempos de Portugal e um jogador como o Gonçalo Ramos, que ganhou a Liga dos Campeões. Foi muito bom trabalhar com ele e mostrou que está no melhor momento da carreira. É um jogador muito inteligente, que abre espaços com os seus movimentos. É muito bom ter um jogador como ele.”

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