Sporting expressa “profundo pesar” pela morte de José Maria Ricciardi

  1. José Maria Ricciardi faleceu aos 71 anos.
  2. Foi dirigente do Sporting entre 1995 e 2013.
  3. Candidato à presidência do Sporting em 2018.
  4. Sobrinho-neto de José Alvalade, fundador do clube.

O Sporting Clube de Portugal manifestou profundo pesar pela morte de José Maria Ricciardi, que faleceu esta terça-feira, aos 71 anos. Uma figura incontornável na história do clube, Ricciardi integrou o Conselho Fiscal entre 1995 e 2013, servindo sob a égide de seis presidentes diferentes, inicialmente como vogal e, posteriormente, como vice-presidente. “Dirigente do clube entre 1995 e 2013, José Maria Ricciardi integrou o Conselho Fiscal ao longo dos mandatos consecutivos de seis diferentes presidentes, primeiro como vogal e, posteriormente, como vice-presidente”, lê-se na nota oficial do clube. A sua ligação aos leões era ainda mais profunda, sendo sobrinho-neto de José Alvalade, o fundador do clube, o que lhe conferia uma “ligação histórica e familiar ao clube, a par de uma longa carreira dedicada à banca”. A sua partida deixa um vazio no universo sportinguista.

A nota oficial do Sporting conclui com uma mensagem de solidariedade: “Aos familiares e amigos, o Sporting endereça as mais sentidas condolências, enaltecendo e agradecendo os anos de esforço e dedicação ao clube”. Para além do papel de dirigente, José Maria Ricciardi foi também candidato à presidência do Sporting em 2018, demonstrando o seu profundo envolvimento na vida do clube. Zeferino Boal, presidente dos Leões de Portugal, expressou a sua surpresa e pesar. “Tolhido pela surpresa ao amanhecer com a notícia do falecimento de José Maria Ricciardi, sou invadido por um turbilhão de pensamentos - todos eles centrados na eterna dualidade entre a vida e a morte”, afirmou Boal, sublinhando a vasta contribuição de Ricciardi. “Desaparece também um amigo e um apaixonado pelo Sporting, alguém que muito deu ao clube”.

Boal recordou ainda a evolução da sua relação com Ricciardi. “Durante muitos anos, foi para mim uma dessas personalidades que parecem distantes, quase inacessíveis ao cidadão comum. Porém, as vicissitudes da vida e o universo leonino acabaram por nos aproximar. Daquilo que começou como uma relação distante, por vezes até antagónica, fomos descobrindo afinidades no pensamento, no caráter e na forma resiliente de enfrentar os obstáculos”, disse Boal, relembrando que Ricciardi “foi alguém com a rara capacidade de transformar divergência em aproximação, de gerar entendimento quando estavam em causa interesses superiores ao individualismo”. O presidente dos Leões de Portugal fez ainda uma reflexão sobre a personalidade do antigo dirigente. “Como qualquer ser humano, não foi isento de falhas — foi enganado ou deixou-se enganar em alguns momentos. Mas isso apenas o torna mais humano, mais próximo, mais real. Fica a memória, o respeito e a amizade”.

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