Sporting nos Quartos da Champions League após Virada Épica

  1. Sporting goleia Bodo/Glimt 5-0
  2. Reverte desvantagem de 0-3 da Noruega
  3. Morten Hjulmand suspenso
  4. Rafael Nel marca na estreia profissional

O Sporting marcou presença nos quartos de final da UEFA Champions League. A equipa leonina conseguiu uma reviravolta histórica ao golear o Bodo/Glimt por 5-0 na segunda mão dos oitavos de final, revertendo uma desvantagem de 0-3 da Noruega. “Desde que a Champions mudou de nome, esta é a primeira vez que o Sporting consegue marcar presença na próxima fase”, destacou uma das referências. A noite em Alvalade foi descrita como um “filme digno de galardão”, com o golo que selou a vitória a chegar aos 120+2 minutos. A crença na reviravolta era um dos pontos fortes da equipa, que desde o início demonstrou uma “voragem audível do público” que empurrava os jogadores.

Apesar da euforia, a vitória trouxe também uma má notícia para o Sporting: Morten Hjulmand, que viu um cartão amarelo, terá de cumprir suspensão no primeiro jogo dos quartos de final da Champions. “Esta época, o dinamarquês já havia sido castigado na Champions, falhando o jogo com o PSG após ver três cartões amarelos na fase de Liga, e agora, ao somar mais dois (também foi amarelado em Bodo), cumprirá nova suspensão”. A equipa leonina entrou forte na partida, com Maxi Araújo e Francisco Trincão a criarem várias oportunidades. Gonçalo Inácio abriu o marcador aos 34 minutos, seguido por Pedro Gonçalves aos 61 minutos e Luis Suárez, que empatou a eliminatória de penálti. O golo da reviravolta foi marcado por Maxi Araújo no prolongamento, aos 92 minutos. No final, para coroar a festa, Rafael Nel, um jovem de 20 anos, “desferiu um míssil que só parou no fundo da baliza norueguesa”, na sua estreia a marcar pela equipa principal.

A reviravolta épica do Sporting entra para a história da Liga dos Campeões, juntando-se a outras grandes viradas. “Depois da derrota por 0-3 na Noruega, o Sporting goleou em casa, por 5-0, numa eliminatória que ficou resolvida no prolongamento”, relembrou uma das referências, acrescentando que “a história europeia dos leões já provava que, em Alvalade, uma desvantagem pesada não significa necessariamente o fim do caminho”. A equipa de Rui Borges demonstrou grande capacidade de reação e resiliência, provando que era possível virar o resultado. Esta vitória ficará na memória dos adeptos leoninos e reforça a crença de uma equipa que, apesar dos desafios, segue em frente na competição europeia.

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